Foi realizada mais uma ação no âmbito do Floresta Futuro Vivo, programa da Vivo focado em restaurar e proteger áreas sensíveis da floresta amazônica.
Dessa vez, a operadora focou seus esforços em uma área do Mosaico Gurupi-Turiaçu, localizado no chamado arco do desmatamento, que fica entre os estados do Pará e o Maranhão.
A Vivo tem se empenhado para, além de atuar no cuidado com a floresta, ouvir nativos que vivem na região, que tem cerca de 825 hectares, promovendo o bem-estar dessas populações.
O que é o Floresta Futuro Vivo?
Como mencionamos antes, trata-se de um compromisso de 30 anos da Vivo focado em restaurar a vegetação e proteger a biodiversidade na Amazônia. A meta é recuperar cerca de 900 mil árvores nativas em uma área bastante degradada pelo desmatamento.
O local escolhido não foi por acaso. A região está entre os 5% de territórios mais críticos do mundo para conservação, servindo de abrigo para mais de 50 espécies ameaçadas, como a ararajuba e o macaco capuchinho-ka’apor.
Mas, como também já foi mencionado, a ideia não é só plantar árvore. O projeto quer movimentar a economia local ao incluir comunidades indígenas vizinhas, como os Tembé e Guajajara, na coleta de sementes, produção de mudas e brigadas contra incêndio.
Detalhes da ação recente
Nessa etapa do Floresta Futuro Vivo, lideranças da Vivo e da parceira técnica re.green se juntaram a representantes indígenas para o plantio simbólico de espécies como sumaúma e castanheira, em Paragominas (PA).
Para cobrir áreas maiores e de difícil acesso, o projeto utilizou drones que espalharam 150 mil sementes pela região. Esse movimento prepara o terreno para o plantio massivo, marcado para começar em janeiro de 2027.
Toda a evolução da área será acompanhada por sensores e inteligência artificial. Além disso, a floresta deve gerar 116 mil créditos de carbono até 2031, que a empresa pretende repassar para que os próprios clientes compensem suas emissões.
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A importância desse tipo de iniciativa por parte de empresas de tecnologia
A cobrança do mercado por sustentabilidade mudou. Hoje, só comprar crédito de carbono para “limpar a barra” não cola mais, uma vez que o próprio público exige projetos reais e com impacto na ponta.
Para o setor de telecom, que consome muita energia para manter antenas, redes e data centers rodando, agir diretamente no meio ambiente virou questão de sobrevivência de mercado. A própria Vivo já usa energia 100% renovável e quer zerar a emissão de sua cadeia até 2035.
Colocar a mão na massa na Amazônia ajuda a proteger a imagem da marca, engaja parceiros da cadeia de suprimentos e mostra um compromisso que vai além da simples prestação do serviço de telefonia e internet.












