Imagem: Anatel/Receita Federal

Operação apreende mais de R$ 1,6 milhão em produtos pirateados em Maceió

A investida foi realizada pela Anatel, em conjunto com a Receita Federal.

Goodanderson Gomes
3 min de leitura

Em ação conjunta com a Receita Federal, a Anatel apreendeu, no último dia 31 de março, cerca de mais de R$ 1,6 milhões em produtos irregulares na cidade de Maceió, capital de Alagoas.

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Ao todo, foram apreendidos 5 mil produtos com algum tipo de irregularidade. Dentre as quais, falta de homologação, falsificação e origem internacional fruto de contrabando ou descaminho.

Batizada de “Operação Piratas”, a ação teve suporte da Servidores da Superintendência de Fiscalização da Anatel em Alagoas e Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho (DIREP 04) da Receita Federal.

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Itens apreendidos

Em lista divulgada pela Receita Federal, consta que os itens capturados na Operação Piratas são todos eletrônicos, como TV boxes, fones de ouvido, rádio amadores, drones, carregadores, mouses e teclados bluetooth, dentre outros.

Para fazer as apreensões, os alvos foram lojas e pontos de venda móveis em Maceió. Ou seja, as mercadorias irregulares já haviam passado pelo processo de distribuição e estavam na etapa final de comercialização.

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No dia seguinte às apreensões, 1º de abril, os itens apreendidos foram levados às dependências da Receita Federal e Maceió para triagem. Ali, foram contados e tiveram seu valor total estimado.

Contudo, Anatel e Receita ainda não definiram o destino a ser dado aos produtos. Possivelmente serão destruídos em vez de irem a leilão, uma vez que não são adequados para uso.

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A Agência Nacional de Telecomunicações relembra que o uso de produtos pirateados pode trazer sérios riscos ao consumidor final.

Carregadores pirata, por exemplo, são comprovadamente instáveis e podem, inclusive, pegar fogo ou explodir, em casos mais graves. No caso do uso de periféricos e aparelhos que emitem radiofrequência, há o risco até mesmo de exposição a terceiros não autorizados e interferência em redes de rádio certificadas, respectivamente.

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Edson Holanda, conselheiro da Anatel que também acompanhou essa operação, destacou o teor criminal da comercialização desse tipo de material e confirmou que a agência segue no encalço de quem insiste em tais práticas.

“É um crime estruturado que afeta a concorrência, expõe o consumidor a riscos e compromete o funcionamento adequado das redes. A Agência seguirá atuando de forma firme e integrada para interromper essa cadeia e responsabilizar os envolvidos”, enfatizou.

* Com informações da Agência Nacional de Telecomunicações

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