Divulgação/Vivo

Vivo reúne lideranças femininas para discutir o futuro da IA

Cristino Melo
6 min de leitura

A Vivo reuniu mais de trinta mulheres para discutir como a IA pode ampliar o potencial humano e ajudar a construir futuros possíveis. O encontro, batizado de Útopia, foi realizado em parceria com a consultoria de inovação Gravidade Zero e juntou executivas, empreendedoras, pesquisadoras, investidoras, profissionais de tecnologia e criadoras de conteúdo em torno de uma provocação: em vez de apenas prever o futuro, imaginá-lo e começar a construí-lo agora.

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A iniciativa, promovida recentemente pela operadora, colocou diferentes perspectivas femininas no centro do debate sobre tecnologia. O formato combinou conteúdo, troca de experiências e atividades práticas para que as participantes testassem aplicações de IA. A motivação é ampliar a diversidade de quem ajuda a definir esse futuro, já que as mulheres ainda são minoria entre os profissionais que desenvolvem e lideram a tecnologia.

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COMO FOI A PROGRAMAÇÃO DO ÚTOPIA

Mais do que apresentar novas ferramentas, o encontro foi pensado como uma experiência imersiva de descoberta e experimentação. A ideia era que as participantes explorassem diferentes usos da inteligência artificial, conhecessem aplicações e refletissem sobre como a tecnologia pode potencializar suas atuações, simplificar tarefas e devolver tempo para aquilo que realmente importa. Veja como o dia foi estruturado:

  1. Provocações pela manhã: conteúdos partindo da ideia de que imaginar futuros melhores e possíveis ajuda a transformar as escolhas feitas hoje.
  2. Experimentação à tarde: formato mais prático, com estações dedicadas a diferentes possibilidades de uso da IA para testar as ferramentas.
  3. Aplicação no dia a dia: as participantes saíram com recursos e possibilidades para levar à própria vida e às suas áreas de atuação.

A curadoria da programação ficou a cargo da Gravidade Zero, consultoria de inovação que trabalha com organizações na construção de novos caminhos diante de cenários complexos de transformação. Para a empresa, o conceito de utopia funciona como uma provocação para imaginar aquilo que ainda não existe e, a partir dessa visão, começar a criar possibilidades no presente, ideia que guiou toda a experiência proposta às convidadas.

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Vivo reúne lideranças femininas para discutir novos futuros possíveis com inteligência artificial
GZero/Vivo

POR QUE REUNIR LIDERANÇAS FEMININAS

A escolha por reunir mulheres de diferentes gerações, trajetórias e áreas de atuação parte da compreensão de que imaginar o futuro também significa ampliar quem participa das conversas que ajudam a defini-lo. As convidadas levaram experiências distintas para uma discussão que vai além da adoção de ferramentas e alcança a forma como pessoas e organizações desejam viver, trabalhar e criar nos próximos anos.

Para a operadora, a iniciativa reforça seu papel como marca que provoca reflexões sobre o presente e o futuro. “A Vivo é uma marca vocal, que sempre foi sinônimo de conexão entre as pessoas, com o compromisso de provocá-las a refletir sobre temas contemporâneos”, afirma Marina Daineze, VP de Comunicação e Sustentabilidade da Vivo, ao comentar a proposta do encontro com lideranças femininas.

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MULHERES AINDA SÃO MINORIA NA IA

A preocupação com a diversidade tem base em números. Dois levantamentos citados pela operadora mostram que a participação feminina na inteligência artificial cresce, mas ainda está longe da paridade, sobretudo nos cargos de liderança. Mesmo com o avanço, os homens seguem como maioria, o que reforça a importância de ampliar a diversidade nos debates sobre tecnologia. Confira os principais indicadores:

IndicadorParticipação femininaFonte
Talento global em IA (cerca de 1,6 milhão de profissionais analisados)22%Interface
Cargos de executivo sênior em IAMenos de 14%Interface
Perfis com competências de AI Engineering em 201823,5%WEF, Gender Parity in the Intelligent Age 2025
Perfis com competências de AI Engineering em 202529,4%WEF, Gender Parity in the Intelligent Age 2025

DIGITALIZAR PARA APROXIMAR

Com o Útopia, a Vivo busca abordar os novos papéis da conectividade com um olhar humano que vai além da tecnologia, em linha com seu propósito de Digitalizar para Aproximar. A operadora afirma assumir o desafio de se tornar a melhor via de acesso dos cidadãos às tecnologias digitais, ao mesmo tempo em que convida as pessoas a refletir sobre como a tecnologia deve fazer parte da vida de todos para que alcancem o que realmente importa.

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