Em meio a um processo de corte de gastos, a Verizon, operadora líder do mercado de telecom dos Estados Unidos, anunciou a demissão de mais de 3 mil funcionários.
As demissões, que devem começar oficialmente em setembro, vão gerar uma economia de US$ 4,5 bilhões (R$ 25,4 bilhões) aos cofres da empresa já em 2026.
Além do corte de pessoal, a Verizon deve passar ao regime de franquia cerca de 274 lojas físicas próprias espalhadas pelo território norte-americano.
Nem tudo está perdido para os agora desempregados
Diferente de outras empresas que fizeram demissões em massa recentemente, a Verizon parece ter um maior senso de responsabilidade no que diz respeito ao futuro dos seus “futuros ex-funcionários”.
De acordo com a imprensa dos EUA, a empresa procurou o Departamento de Segurança do Emprego de Washington para informar o plano de reestruturação interna. Com isso, as pessoas começaram a ser avisadas do que vai acontecer.
Além disso, a maioria das demissões feitas terá como alvo funcionários que trabalhavam nas lojas que serão franqueadas. Aproveitando-se disso, a Verizon passou a sugerir, também conforme veículos de mídia locais, que os novos donos das lojas recontratem essas pessoas para que não fiquem sem trabalho.
No entanto, ainda não se sabe qual será o destino dos executivos que também “entraram no bolo” das demissões.
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Uma tendência corriqueira para empresas de tecnologia
Apesar de adotar um comportamento mais brando, a Verizon segue o padrão de grandes empresas de tecnologia no que diz respeito a demissões em massa.
Desde o ano passado a empresa tem colocado em prática esse tal plano de reestruturação, tendo demitido quase 18 mil pessoas no período, incluindo as 3 mil que serão demitidas agora e outros 13 mil demitidos em 2025. Big techs como Amazon, Meta e Google estabeleceram essa tendência, que tem se fortalecido com o avanço da inteligência artificial.
Segundo essas empresas, o objetivo é “reestruturar-se internamente” e “cortar gastos”. Fica claro, porém, a conveniência que a automação de processos, agora em alta, pode trazer às grandes companhias tecnológicas.












