Novo ministro das Comunicações promete acelerar implementação do 5G

Cleane Lima
3 min de leitura

Juscelino Filho, o novo Ministro das Comunicações, durante a cerimônia de posse, falou sobre a expansão das tecnologias no país e se comprometeu a acelerar o processo, inclusive planejando maximizar a implementação do 5G e garantir a ampliação do acesso à internet da população. Segundo ele, a quinta geração de internet móvel é um instrumento crucial para a inovação da educação.

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O 5G já é uma realidade nas capitais brasileiras, mas ainda está limitado aos grandes centros e os consumidores que têm um dispositivo compatível com a rede. Para popularizar a tecnologia, é necessário expandir a rede para os municípios do país, além de facilitar o acesso da população a smartphones capazes de se conectar à internet móvel.

Segundo o Ministério da Comunicação (MCom), em um ano e meio, as antenas estarão instaladas em cidades e metrópoles com mais de 500 mil habitantes. Vale lembrar que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já pensa em liberar a faixa usada pelo 5G nas cidades com até 200 mil habitantes.

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Alfredo Freitas, especialista em educação e tecnologia, acredita que esse investimento será extremamente positivo principalmente para a conectividade escolar. “Recursos como vídeo aulas gravadas, plataformas online para interação, aulas online e ao vivo, além de outras ferramentas online estão ajudando as escolas e universidades brasileiras a manter a qualidade da educação. O ensino via internet é irreversível, por que já está se adaptando às salas de aula. A implementação e ampliação da tecnologia 5G será a grande aliada da educação, desde que os governos pensem conjuntamente na conectividade das escolas brasileiras”, explica Freitas.

Alfredo Freitas explica que nas cidades onde o 5G já está em funcionamento, a conectividade precisa acompanhar a instalação da rede. Segundo ele, “Os impactos da tecnologia na educação, por exemplo, poderiam ter sido maiores se os investimentos necessários tivessem sido feitos para conectar as escolas no Brasil”.

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Ele explica também que a baixa conectividade é um entrave para a consolidação dos benefícios que a nova rede poderia trazer para a educação no país, como a modalidade remota.

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