24/02/2024

TIM terminará 2022 cobrindo 100% das cidades do país, segundo Alberto Griselli

Segundo o CEO da operadora, cada município terá pelo menos uma antena de telefonia celular 2G, 3G, 4G ou 5G; saiba detalhes.

De acordo com fala do CEO da TIM, Alberto Griselli, durante evento com jornalistas nesta quarta feira (07), a operadora irá terminar o ano de 2022 cobrindo 100% das cidades brasileiras com pelo menos uma antena de telefonia celular 2G, 3G, 4G ou 5G em cada município brasileiro. A TIM terminará o ano com a sua rede ativada em 5.667 cidades.

O executivo explicou que a última cidade que ainda está sem sinal da operadora passará a ter cobertura com infraestrutura ativada em duas semanas. Além de que, disse que até o fim de 2023, a TIM levará cobertura 4G em todas as cidades, conforme compromisso firmado com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em 2020.

“Terminaremos o ano com a maior cobertura móvel do Brasil. E no 5G, estamos preparados, temos mais antenas em uso do que os competidores somados”, afirmou.

Também falou sobre o assunto, o CTIO da operadora, Leonardo Capdeville, afirmando que com essa cobertura completa das cidades brasileiras coloca a TIM como a única empresa privada a ter presença em todos municípios do país. Ele contou que a rede foi instalada em 1,5 mil cidades nos últimos dois anos, e chegou ao patamar de 25 mil sites móveis em funcionamento.

Entretanto, é importante ressaltar que quando a operadora fala de cobertura em todas as cidades brasileiras, não significa que cobre plenamente a área, uma vez que há lugares em que há apenas uma antena instalada na sede do município.

De acordo com a operadora, parte da cobertura das cidades brasileira foi possível devido a negócios fechados pela TIM, como o RAN Sharing com a Vivo e a Oi, cujo acordo passa por revisão, o contrato de single grid firmado com a Vivo com 200 cidades, e também o de desligamento do 2G – em que 40 cidades passam a ser atendidas apenas por rede da TIM, compartilhada com a Vivo, e 40, apenas por rede da Vivo, para fins de economia.

Vale lembrar também que a operadora comprou ativos móveis da Oi, levando-a a ter estrutura própria em mais de 264 cidades.

Capdeviile também falou que a empresa não terá estratégias do passado, disputando volume dos clientes com as rivais. “Buscamos agora aumentar a ARPU [receita média por usuário]. Nosso objetivo não é o market share, mas o value share”, diz. Ou seja, a busca é por rentabilidade para “entregar valor aos acionistas”.

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