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Shopee ‘bomba’ no Brasil e deve preocupar concorrentes como Magalu e Mercado Livre

Em apenas dois anos de operação no país, empresa conseguiu emplacar o aplicativo de e-commerce mais baixado do Brasil.

Imagem: Comercial da Shopee / Reprodução YouTube - Captura de Tela
Imagem: Comercial da Shopee / Reprodução YouTube – Captura de Tela

Apelidado de “camelô virtual” devido ao baixo custo dos produtos em seu marketplace, o Shopee se tornou um sucesso no Brasil. Em números, é o app de e-commerce mais baixado do país deixando todos os concorrentes de peso para trás nessa métrica. A estratégia de unir gamificação dentro da plataforma com a oferta de jogos, que distribuem descontos para os usuários, é vista como ‘chave’ para a performance positiva.

Mas, não dá para negar todos os outros fatores que poderiam ter atrapalhado o desempenho do serviço. Afinal, é uma plataforma que chegou “tarde” em vários mercados, no qual uma forte concorrência já estava consolidada. No entanto, o que poderia ser um ‘Calcanhar de Aquiles’ virou experiência e aprendizado.

No Sudeste Asiático, por exemplo, o Shopee se tornou o site de e-commerce mais visitado com cinco anos de operação. Em países como Chile, Colômbia e México, o crescimento já é mais desafiador e conta com o apelo de influenciadores.

Em terras brasileiras, a vendas do Shopee são estimadas para chegar a um terço dos números registrados pela gigante “Magalu”. O mercado segue dominado pela marca da empresária Luiza Helena Trajano, assim como o Mercado Livre, mas agora fica evidente que as duas empresas podem não estar no topo para sempre.

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O Shopee conquistou seu grande impulso no auge da pandemia da COVID-19, na qual as lojas físicas fecharam e o comércio elétrico cresceu consideravelmente. Os games inseridos no site são frutos da expertise da empresa controladora, a Sea, que é responsável pelo fenômeno FreeFire.

Mas, a comissão mais alta atraiu vendedores de vários cantos do Brasil, que começam a enxergar vantagens no serviço que nasceu em Cingapura. Portanto, a performance do Shopee mostra que o futuro do marketplace não será tão centralizado nos gigantes como é agora. Pelo contrário, as portas ficarão abertas para grupos do exterior.

Com informações de ISTOÉ Dinheiro

Anderson Guimarães
Jornalista com seis anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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