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Vender IPTV pirata pode gerar multa acima de R$ 700 mil por obra violada

Gigantes como Disney, Netflix e Amazon seguem no combate à pirataria de conteúdo e já localizaram um dos principais responsáveis por uma oferta massiva.

Ilustração com referência para a multa gerada pela venda de IPTV pirata.
Imagem: Ilustração Pixabay

Por mais que as ações contra a pirataria de conteúdo estejam acirradas, o inimigo ainda parece invencível e conseguiu driblar até mesmo gigantes do mercado de entretenimento. Aqui, falamos especificamente de empresas como Disney, Netflix, Amazon e outras.

O vilão da vez é o servidor intitulado “Área 51”, responsável pela operação de centenas de IPTVs piratas.


Para quem ainda não é familiarizado com o formato, trata-se de um serviço que cobra uma assinatura de baixo valor (entre R$ 30 e R$ 40) e fornece acesso a um aplicativo com todo tipo de conteúdo e canais de TV.

Empresas como as três supracitadas, além da Warner Bros., Universal, Sony, Disney e Paramount são diretamente afetadas. Afinal, além dos canais com programação linear, os apps disponibilizam conteúdos do streaming.

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A lista engloba o acervo das plataformas, assim como os filmes vendidos via ‘aluguel digital’.

Mas o surpreendente aqui é que a “Área 51” havia sido encerrada pela coalização Alliance for Creativity and Entertainment. Agora, o serviço voltou e as ‘gigantes do entretenimento’ precisaram mover um novo processo.

As companhias acusam o infrator Jason Tusa de continuar a explorar a “Área 51” para prover o serviço ‘pirata’ de IPTV e conteúdo sob demanda.

As marcas antigas da pirataria de conteúdo foram reconstruídas e agora atendem por três serviços individuais, chamados Singularity Media, Digital Unicorn Media e Altered Carbon.

Tusa já é um velho conhecido das autoridades que combatem a prática ilegal. Pois já foi enquadrado em investigações norte-americanas e fez um acordo para não ofertar mais esses serviços ilegalmente.

Meses depois, o infrator voltou a agir e agora, se capturado, poderá ter que pagar US$ 150.000 por cada obra violada em seu serviço.

Na conversão, o valor soma R$ 788,985,81. Portanto, infratores poderão estar sujeitos a arcar com uma multa acima de meio milhão por cada obra ilegal veiculada na plataforma pirata.

Com informações de Forbes

Anderson Guimarães
Jornalista com seis anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop. E-mail: [email protected]
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