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Vivo Empresas, Ericsson e FEI se unem para criação de um Centro de Soluções 5G

Os trabalhos devem se concentrar em todos os setores industriais e naqueles que utilizam comunicação massiva.

Cidade com ícones de diversos dispositivos de conexão.
Imagem ilustrativa.

A Vivo Empresas, juntamente com a Ericsson e o Centro Universitário FEI, criou o “Centro de Soluções 5G”, que vai funcionar dentro do campus universitário, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

Os trabalhos desse novo centro estarão voltados para os setores industriais, principalmente às áreas de automação, logística e mobilidade urbana, incluindo o desenvolvimento de cidades inteligentes.

O foco também estará nos setores que utilizam comunicação massiva de dispositivos, como agronegócio, mineração, além dos produtos industriais ligados à manufatura avançada.

De acordo com um estudo desenvolvido pela Ericsson, intitulado “5G Business Potential“, a implantação da rede 5G pode gerar R$ 7 bilhões de receitas até 2030.


Para contribuir com o Centro de Soluções 5G, empresa sueca fornecerá equipamentos, enquanto a Vivo disponibilizará sua rede privativa 5G, utilizando a frequência de 3,5 GHz.

Segundo o Head de Inovação, IoT e Big Data da Vivo, Diego Aguiar, esse projeto servirá de base para a construção de um ecossistema mais amplo, proporcionando soluções para novas demandas industriais, potencializadas pela internet das coisas (IoT), inteligência artificial e robótica, primando pela eficiência e produtividade.

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A expectativa, de maneira geral, é de que o 5G traga benefícios no campo da internet móvel de qualidade, potencializando ainda mais as experiências imersivas, como realidade virtual e aumentada.

Os benefícios também devem impactar as comunicações de missão crítica, que precisam de uma conexão que seja ultra estável, confiável e de baixa latência, como nos casos do controle remoto de infraestruturas críticas em fábricas, carros autônomos e robôs industriais.

Por fim, devem ser trazidas melhorias para o campo de internet das coisas, responsável pela conexão em massa de milhares de sensores, possibilitando a criação de novas aplicações e soluções industriais.

De acordo com o Vice Presidente de Negócios da Ericsson, Rogério Loripe, por ser um segmento que já possui um grande nível de automatização, o avanço da tecnologia de aplicações em nuvem com o 5G pode fazer com que novas arquiteturas inteligentes sejam rapidamente implantadas, o que pode trazer diversos ganhos de produtividade e flexibilidade com inovações de IoT.

Nesse sentido, o campus do Centro Universitário FEI, servirá de espaço para o desenvolvimento de pesquisas, formação de recursos humanos, além de demonstrações de aplicações IoT industriais com base na rede 5G, para alunos e a indústria.

A rede ficará disponível no laboratório de manufaturas digital e integrada, no laboratório de IoT e na conexão dos equipamentos disponíveis no Centro de Laboratórios Mecânicos e do time de futebol de robôs.

Com informações de Época Negócios.

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