Netflix poderá ter mais perdas relevantes em seu catálogo

Mais um estúdio pode estar prestes a promover uma evasão de filmes e séries no acervo da ‘gigante do streaming’; saiba os detalhes.

Interface do Top 10 Brasil da Netflix
Imagem: Top 10 Brasil da Netflix

Certamente, a Netflix dará continuidade a massiva produção de filmes, séries e programas originais para preencher o rombo deixado pelos estúdios de Hollywood em seu catálogo. Após Disney e Warner Bros. promoverem retiradas em prol das suas próprias plataformas de streaming, chegou a vez da Universal.

A empresa é responsável por franquias como ‘Velozes & Furiosos’, ‘Jurassic World’, ‘Jurassic Park’, ‘American Pie’, ‘Cinquenta Tons de Cinza’, entre outras. Produções do estúdio, inclusive, também se fazem presentes em outras plataformas como Globoplay, Amazon Prime Video e mais.

No entanto, não é uma preocupação que fãs e assinantes devem ter no Brasil, ao menos nesse momento. A retirada deve ser realizada primeiramente nos Estados Unidos. É lá que a empresa lançou sua própria plataforma de streaming, o Peacock.

Por sinal, o serviço é gratuito. É aqui que muitos se perguntam: por qual motivo um serviço de vídeo sob demanda grátis compete diretamente com a Netflix, que é paga? O motivo se concentra diretamente na impossibilidade de lucrar com as bilheterias de cinema.

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A Universal ganha uma boa quantia de dinheiro pelos direitos de distribuição concedidos para plataformas como a Netflix. No Peacock, toda receita é advinda dos anúncios que são inseridos no serviço, cujo conteúdo é oferecido gratuitamente para os consumidores.

Portanto, a ideia é ampliar a base de usuários, que atualmente está em 33 milhões, para ter um lucro ainda maior com os anunciantes, que poderão pagar mais por uma maior entrega. É basicamente uma balança, na qual o estúdio calcula para ver qual meio lhe dará um lucro ainda maior com suas obras.

Ainda não há previsão ou planejamento para expansão global do Peacock, mas existe a possibilidade visto que o streaming virou uma fonte de renda imprescindível para os estúdios, que deixaram de lucrar com bilheterias de cinema.

Com informações de Edgadget

About Anderson Guimarães
Jornalista com seis anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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