WhatsApp e Instagram podem ser vendidos; entenda

Ambos os aplicativos pertencem ao Facebook, que responde a um processo por monopólio; ação pode representar queda no império de Mark Zuckerberg.

Ilustração WhatsApp e Instagram
Imagem: Ilustração WhatsApp e Instagram (Pixabay)

A quinta-feira não está fácil para Mark Zuckerberg, que é conhecido como um dos empresários mais influentes da década por causa do Facebook e da aquisição de empresas como WhatsApp e Instagram.

Nos Estados Unidos, a gigante companhia fundada pelo programador é alvo de dois processos.


Em ambos, o Facebook é acusado de monopólio ilegal, já que utilizou a compra dos aplicativos como forma de evitar novas concorrências.

Uma ação é movida pela Comissão Federal de Comércio (FTC) e a outra por 48 estados norte-americanos.

O Instagram foi adquirido em 2012 por US$ 1 bilhão, enquanto o WhatsApp foi comprado em 2014 por US$ 19 bilhões.

Para a FTC, o acordo de compra precisa ser desfeito, mas ainda há tempo até que o “martelo seja batido”.

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O processo movido pela Comissão Federal de Comércio é em âmbito federal enquanto o outro é estadual.

Os dois querem a mesma resolução: classificas as compras do Facebook como ilegais e exigir que os dois serviços sejam separados do grupo empresarial.

Em resposta, o Facebook alega que se trata de um revisionismo histórico e que as aquisições foram autorizadas pela FTC, anos atrás.

Para a empresa, leis antitruste existem para proteger os consumidores e promover inovação, não para punir empresas bem-sucedidas.

Já a Comissão alega que, embora as compras tenham sido autorizadas, faz parte do papel regulador efetuar uma revisão do processo, principalmente para entender como a empresa se comportou ao longo dos anos.

A FTC afirma ainda que não é algo inédito desfazer uma compra desse porte.

Com informações de The Washington Post

About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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