terça-feira, 11 de setembro de 2018

Vivo, Raízen e Ericsson buscam startups para projetos no campo

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Empresas querem realizar uma transformação digital no agronegócio.


As empresas Vivo, Raízen e Ericsson estão chamando startups para participarem do Agro IoT Lab 2018 – programa de desenvolvimento de aplicações para o campo com foco em Internet das Coisas (IoT).

O processo seletivo está aberto para todas as startups que tiverem interesse em desenvolver e acelerar projetos para o agronegócio.

Os projetos devem ter foco em soluções e produtos tecnológicos como IoT, energia, hardware, Inteligência Artificial, Machine Learnig, SaaS, Big Data, Cloud Computing, E2E (end to end), entre outros.

Para participar, a empresa precisa se inscrever no portal www.pulsehub.com.br até o dia 14 de outubro. 

Os projetos serão avaliados em duas etapas por uma equipe de especialistas formada por integrantes da Wayra - braço de empreendedorismo e inovação aberta da Vivo - e da Pulse - hub de inovação da Raízen. 

Os dez selecionados terão acesso ao espaço compartilhado do Pulse, localizado em Piracicaba (SP), e a toda a sua infraestrutura de mentoria e workshops e treinamentos aplicados ao agronegócio.

As empresas serão acompanhadas pela Wayra e, caso faça sentido para os dois lados, poderão receber investimento no futuro


Iniciativa


Cada empresa parceria tem uma função nessa iniciativa para acelerar a transformação digital no agronegócio.

A Vivo levará a sua rede móvel 4G para o campo, utilizando a frequência de 450Mhz. 

A Ericsson fornecerá apoio às empresas por meio do uso de plataformas de software para IoT

Já a Raízen irá levar a expertise e infraestrutura agrícola e o acesso aos canaviais.

“Essa união tem como objetivo desenvolver as tecnologias que colocarão o agronegócio no mundo da Internet das Coisas, apoiando-se no ecossistema de inovação aberta, com startups de base tecnológica focadas em resolver as necessidades do campo”, explica a diretora de Inovação e Produtos B2B da Vivo, Debora Ignácio Bortolasi. 

Dados preliminares do Censo Agro 2017 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o acesso à internet no campo disparou 1.790% em 11 anos.

O acesso passou de 75 mil, em 2006, para 1,4 milhão, em 2017. Desses, 659 mil (46,2%) acessos são realizados por meio de banda larga e 909 mil (63,77%), via internet móvel.



Um comentário:

  1. Ainda há trocentas fazendas, milhares de sítios e chácaras sem acesso à internet...
    Sem rede, sem desenvolvimento.

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