Vivo elege nova diretora e quer mais mulheres em funções executivas

Operadora quer que pelo menos 30% do quadro executivo da companhia seja ocupado por mulheres.

A Vivo elegeu Elisa Prado como a nova diretora de Comunicação Corporativa da companhia. A executiva assumiu o cargo no último dia 10 e passa a liderar uma equipe de quase 30 pessoas de Norte a Sul. Ou seja, em todas as regiões do Brasil.

Nesta segunda-feira (21), o Minha Operadora falou sobre o Relatório de Sustentabilidade da Telefônica referente ao mês de 2017. Entre as metas da empresa, está o aumento da participação de mulheres na organização, com expectativa de que alcancem 30% do quadro executivo até 2020.







Hoje, apenas 18% dos cargos de direção da Vivo são ocupados por mulheres. Até terminar o ano, a operadora tinha um total de 33.622 colaboradores, divididos da seguinte maneira:

  • 118 em cargos diretivos – 82% homens e 18% mulheres
  • 3.467 em mandos intermediários – 69% homens e 31% mulheres
  • 30.037 em outros níveis funcionais – 57% homens e 43% mulheres
  • 15 em conselho de administração e fiscal – 94% homens e 6% mulheres
A proporção entre o salário médio das mulheres e dos homens na Vivo é de 97% em mandos diretivos, 94% em intermediários e 83% nas demais.
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Ao longo de 2017, houve 3.856 contratações de homens (20% de taxa de contratação) e 3.796 de mulheres (27%) e 3.742 de desligamentos de homens (19%) e 3.619 mulheres (26%).
Quanto à nova diretora eleita pela Vivo, Elisa Prado, é formada em Relações Públicas pela PUC de Campinas e com especialização em Marketing pela ESPM. Ela já havia passado anteriormente pela Vivo, tem experiência de 30 anos de mercado e comanda importantes estratégias de reputação e gestão de imagem de multinacionais, como Deutsche Bank e Tetra Pak.
Durante sua trajetória, Elisa conquistou o Prêmio USP de Comunicação Corporativa, em 2008, na categoria Trajetória Profissional; escreveu os livros “Imagem & Reputação na Era da Transparência – as boas práticas de comunicação a serviço dos líderes”, em 2014; e “Gestão de reputação: risco, crise e imagem corporativa”, em 2017.
Ela também foi coautora de dois livros editados pela Aberje Editorial, na coleção “Comunicação Interna: a Força das Empresas”.
Agora em 2018, além de aumentar o percentual de mulheres em funções executivas, a Vivo também quer implementar o acesso ao trabalho remoto para seus colaboradores.

3 Comentários

  1. Falta colocar alguém que tome vergonha na cara, e expanda a fibra da Vivo em toda SP capital, no século 21 com 2MB lixosos da Vivo ninguém faz nada hoje em dia, os bairros periféricos agradecem, vergonha.

  2. A Vivo poderia reduzir em 30% o preço dos planos ou aumentar a franquia de internet em 30%.

  3. Minha loja era autorizada da vivo a mais de 12 anos e fomos descredenciados ano passado sem sequer um agradecimento pelos bons serviços prestados por nós. Lamentável o que estão fazendo.

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