Países americanos querem acabar com roaming internacional

A meta é que a tarifa seja extinta até 2022, principalmente em regiões que fazem fronteira.



O fim do roaming internacional passou a ser discutido por 19 países das américas, entre eles, o Brasil. Os líderes assinaram carta de intenção para estrutura ações políticas que visam à inclusão digital. 


A chamada Carta de Buenos Aires, foi mediada e assinada em assembleia da Citel, braço da Organização dos Estados Americanos (OEA) para as telecomunicações, na última semana. 


A meta é que a tarifa seja banida até 2022, principalmente entre regiões que fazem fronteira. 

Os países envolvidos se comprometeram a “encorajar medidas para promover maior transparência, acessibilidade e eliminação dos custos para o usuário final de serviços de roaming, com foco especialmente nas realidades e necessidades das áreas de fronteira”, diz o documento.
Além do Brasil, assinaram o documento Argentina, Bahamas, Barbados, Belize, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Estados Unidos, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trinidade e Tobago e Uruguai.

Medida semelhante já foi tomada pela União Europeia, que acabou com as tarifas de roaming para quem viaja entre os países com o tratado de Schengen.

Em reunião em maio, cada país irá apresentar uma proposta para eliminar as tarifas. A Anatel também já começou a se aprofundar sobre o tema. 

No entanto, a medida dependerá da aceitação das operadoras, lembrando que algumas ainda cobram roaming nacional, entre estados. 

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