Chuvas fazem da TV por assinatura um suplício

Quem dispõe de Sky, Oi TV, Claro TV, ou qualquer outra operadora de TV por assinatura via satélite já sabe. Está aberta a temporada de quedas de sinal, interrupções e falhas no serviço ocasionadas pelos ventos fortes e chuvas intensas, tão comuns em diversas regiões do país de janeiro a março. “Bastou um vento mais forte que pronto. O sinal desestabiliza e a gente já sabe que vai ficar sem TV”, reclama Francisco Ferreira. 

Cliente Sky há cerca de dois anos, o comerciante diz que cansa de ter a programação interrompida em ‘momentos chave’ como o final de um filme a metade de uma partida de futebol. “Estou acostumado com essas quedas porque aqui em Belém chove com muita frequência. O problema é que nesta época, a chuva não para e o sinal também não. A gente não consegue assistir a nada por inteiro. Pagamos pelo serviço completo, mas recebemos a metade”, queixa-se.

Adepta do canal fechado, a contadora Vera Lúcia Silva conviveu com as falhas no sinal de casa durante muitos anos. Migrou para a Claro TV, mas não demorou a constatar o mesmo mal. “Tanto a Sky como a Claro têm sinais deficientes para a nossa região. É impressionante, choveu caiu [o sinal] e a gente tem que esperar a chuva parar. Com tempo bom não tenho do que reclamar, mas essa época o serviço deixa a desejar”, afirma Vera que acaba dependendo dos canais abertos nos dias chuvosos. “A fatura chega direitinho, sem desconto nenhum e ai de mim que não pague”, comenta a contadora. 

Responsável por regulamentar os serviços de canais fechados no país, a Anatel admite que o aumento das chuvas tem impacto direto nas tecnologias fornecidas por meio de cabos, mas estabelece canal com clientes que se sintam prejudicados por empresas especializadas. As queixas, podem ser feitas pelo telefone 1331 (de segunda a sexta, das 8 às 20h).

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