quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Onda de demissões em massa avança e chega na Vivo

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300 pessoas foram desligadas hoje da empresa. Cerca de 2 mil funcionários devem ser demitidos, segundo sindicato.


Foi concluída nesta quarta-feira, 4, a primeira parte da série de demissões que devem ser feitas pela Telefônica Vivo nos próximos meses. De acordo com funcionários da empresa, agora liderada por Amos Genish (ex-GVT), 300 pessoas foram desligadas das suas atividades.

Porém, a situação pode ser ainda mais crítica. O Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo (Sintetel), informou que outros 700 empregados estão na ponta da caneta para serem despedidos até o dia 2 de setembro.

A Federação Interestadual dos Trabalhadores e Pesquisadores em Serviços de Telecomunicações (Fitratelp), que tem uma visão nacional do caso, aponta que além da sede da operadora, São Paulo, ser a principal afetada, outras pessoas serão demitidas no Rio de Janeiro e Paraná. Apesar de não haver uma confirmação da própria companhia, a Fitratelp fala em 2 mil demissões.

A Telefônica informou que todo o processo de demissões foi acordado com sindicatos do setor, e que os funcionários sairão da companhia com plano de saúde pelos próximos quatro meses (para quem já era Vivo), e durante dois meses (para quem era da GVT). Também serão distribuídos R$ 1.533 de auxílio-creche por criança beneficiada, além de uma bonificação de até 10 salários mínimos, de acordo com o tempo de serviço de cada trabalhador.

Em setembro de 2015, a Telefônica Brasil já havia demitido outros 2 mil colaboradores. A fusão da Vivo com a GVT - além da desaceleração do mercado de telecom no país - é a grande culpada por tanta gente ter ficado sem emprego na operadora. Vários cargos ficaram com vagas duplicadas com a chegada da operadora de banda larga fixa na maior empresa de telefonia celular do Brasil.

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