Campus Party Recife 2016 vai acontecer no final de julho, garante prefeitura

Redação
4 min de leitura
Governo de Pernambuco não vai dar aporte financeiro, mas aceitou ceder o Centro de Convenções para todos os dias da Campus Party Recife.



Uma virada de planos aconteceu no final desta semana. A quinta edição da Campus Party Recife, versão nordestina da Campus Party Brasil – um dos maiores eventos de tecnologia do mundo – foi confirmada, mesmo sem apoio financeiro do Governo de Pernambuco.


O Governo do Estado, no entanto, garantiu o aluguel do local do evento, o Centro de Convenções de Pernambuco, localizado na cidade de Olinda (região metropolitana do Recife), que custaria cerca de R$ 400 mil para todos os dias de realização da Campus.


Mais detalhes sobre o evento que será realizado em Recife neste ano serão divulgados somente em coletiva de imprensa marcada para o dia 6 de junho. É na coletiva que público e imprensa ficarão sabendo quem serão os patrocinadores, atrações, palestrantes convidados, preço dos ingressos e, claro, a confirmação do período de realização. É esperado que a feira de tecnologia aconteça no final do mês de julho, espaço que o Governo de PE cedeu no Centro de Convenções.

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Um perfil não oficial da Telebras publicou uma mensagem no Twitter que foi retweetada (compartilhada) pela conta oficial do evento. Isso pode indicar que a estatal será a responsável por levar a estrutura de fibra com internet de altíssima velocidade para dentro da Campus Recife.

Luta pela realização da Campus Party na capital pernambucana


Desde o início do ano que os organizadores do evento estão em negociação com Governo de Pernambuco e Prefeitura da Cidade do Recife, mas nunca chegavam a um consenso. O governador Paulo Câmara alegou dificuldades financeiras diante da “grave crise econômica por que passa o Brasil”.

Para piorar a situação, a Telefônica/Vivo, principal patrocinadora da Campus Party no Brasil desde 2008, decidiu encerrar o contrato neste ano. Na edição de São Paulo, por exemplo, a operadora foi substituída pelas empresas TIM e Telebrás.

O deputado estadual Edinho Silva, do PSOL, afirmou ter conseguido R$ 400 mil em emendas parlamentares para ajudar na realização da CP Recife, mas mesmo com a tentativa do deputado, o fundador da feira, Paco Ragageles, classificou como “impossível” que o evento pudesse acontecer ainda em 2016.

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Que bom que agora temos mais uma prova de que nada é impossível!

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