Nessa terça-feira (16), a Vivo fechou uma parceria com o governo do estado do Paraná que prevê a instalação de 411 antenas de 4G e 5G em cerca de 74 municípios da unidade federativa.
Ao todo, serão investidos R$ 192 milhões para o fornecimento de cobertura em telefonia e internet em zonas rurais, rodovias e outros locais considerados remotos para fins de conectividade.
Intitulada de Programa de Conectividade Rural do Paraná, a iniciativa cobrirá 580 quilômetros de rodovias paranaenses.
Detalhes do acordo
Conforme informações fornecidas pela Vivo e pelo governo do Paraná, 155 das antenas instaladas no âmbito do acordo serão posicionadas ao longo de rodovias estaduais e federais.
Outras 256 estruturas serão espalhadas por comunidades rurais hoje desassistidas. O programa mira tanto em locais com cobertura falha quanto áreas totalmente desconectadas.
Estima-se que todas as 411 antenas sejam montadas até o final de 2027, representando 16% de aumento no plantel da Vivo no Paraná.
Carlos Massa Ratinho Júnior, governador paranaense, celebrou o acordo com a Vivo e o potencial de retorno no que diz respeito à infraestrutura de conectividade do estado.
“A decisão da Vivo de ampliar sua presença no Estado, com um aporte dessa magnitude, demonstra a confiança no nosso planejamento e no potencial de crescimento das diferentes regiões paranaenses”, destacou o mandatário.
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O interior do Brasil está cada vez mais conectado
Esse acordo entre Vivo e governo do Paraná é só mais uma das muitas iniciativas para eliminação dos “desertos digitais” que persistem sobretudo em áreas rurais e remotas do Brasil.
Há algumas semanas, a TIM fechou parceria com a empresa CNH para a instalação de 97 antenas no interior de Minas Gerais. Em paralelo, o recente leilão da faixa dos 700 MHz teve como um dos principais objetivos a interiorização do sinal de telefonia e internet.
A própria Anatel, inclusive, tem realizado ações para mapear áreas desconectadas e traçar planos, junto a empresas privadas, para levar conexão de qualidade a esses locais.
Todo esse contexto aponta para um futuro de conectividade globalizada, pelo menos na teoria.












