Imagem: Midjourney/Reprodução

Operadoras apostam em reforço de rede para garantir conexão no Réveillon

Goodanderson Gomes
3 min de leitura
Imagem: Midjourney/Reprodução

Em um dos períodos mais movimentados para as telecomunicações no Brasil, as principais operadoras do país decidiram reforçar suas redes móveis em cidades estratégicas. 

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A medida tem como objetivo evitar sobrecargas durante o Réveillon, quando milhões de usuários compartilham mensagens, vídeos e ligações ao mesmo tempo.

O litoral brasileiro, tradicionalmente tomado por multidões na virada do ano, concentra os esforços de Claro, TIM e Vivo. Cada uma delas adotou estratégias próprias para lidar com o aumento no tráfego.

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A Claro instalou antenas temporárias em pontos turísticos bastante procurados, como Copacabana, a Avenida Paulista e regiões de Salvador. A empresa também destaca o avanço do 5G, já presente em centenas de municípios, o que facilita a entrega de mais velocidade e estabilidade.

A TIM, por sua vez, reforçou tanto a cobertura quanto a capacidade da rede em locais litorâneos, priorizando áreas do Sudeste e do Nordeste. O plano da operadora envolveu cidades em diferentes estados, com foco especial onde há histórico de alta demanda.

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A Vivo confirmou a ampliação de sinal em zonas de grande circulação, mas sem abrir detalhes sobre os locais atendidos. A empresa ressalta que mapeou os principais pontos de aglomeração com base em dados de anos anteriores.

Equipes operacionais e suporte em tempo real

Além da infraestrutura, as operadoras informaram que terão técnicos em plantão durante as comemorações. A proposta é agir rápido diante de qualquer falha inesperada. Com o suporte em tempo real, a meta é manter a rede funcional mesmo em cenários de alta pressão.

Essas medidas, segundo as empresas, buscam garantir que os usuários possam utilizar seus aparelhos normalmente, seja para uma chamada, uma mensagem de texto ou a tradicional postagem nas redes sociais quando os fogos começam.

Momentos que colocam a rede à prova

O fim de ano, para as operadoras, não é só questão de festa. É também um teste. O volume de dados trafegados na virada pode ser várias vezes maior do que em um dia comum. É por isso que, todos os anos, as companhias investem em reforço técnico para tentar absorver esse impacto.

Em algumas regiões, estruturas adicionais já estão visíveis. Torres móveis foram montadas em locais de grande fluxo, e o monitoramento em tempo real das redes deve ajudar a evitar gargalos.

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Conexão como prioridade na virada

Embora a mobilização das operadoras aconteça longe dos holofotes, ela tem um papel importante para quem quer registrar o momento da virada ou se comunicar com quem está longe. Se tudo correr como o previsto, o Réveillon de 2025 deve ser, além de festivo, bem conectado.

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