O Instagram e o TikTok são os dois principais aplicativos do Brasil – e talvez do mundo – quando o assunto é plataformas de scrolling (conteúdo rápido e rolagem de feed).
É muito fácil perder horas por dia nessas redes sociais apenas navegando por vídeos e imagens estáticas, com música ou não, que aparecem com o simples ato de puxar a tela para cima.
Inclusive, essa realidade tem rendido diversos questionamentos jurídicos à Meta, dona de Instagram e Facebook, à Skydance, dona do TikTok, e ao próprio Google, por causa do YouTube, todas acusadas de tornar o design das suas redes sociais “viciante” de propósito.
Indo na contramão disso tudo, existe uma “rede social oculta” do Google que muitas pessoas desconhecem e que podem ser uma saída para quem quer combater o vício em redes sociais potencialmente nocivas.
Conheça o Google Arts & Culture
Como o seu próprio nome já diz, o Arts & Culture é basicamente um acervo de imagens e documentação de obras de arte, informações históricas, dados sobre países, etc.
Só que diferente das bibliotecas online tradicionais, como o Wikipedia, esse aplicativo oferece as informações em uma espécie de feed “rolável”, bem ao estilo Instagram e TikTok mesmo.

O Google Arts & Culture tem diversas funcionalidades, inclusive a exploração de roteiros para quem vai viajar para fora do país, experiências interativas, ferramentas com IA, dentre outras. Porém, o forte mesmo é a navegação livre.
E é justamente essa possibilidade que pode gerar uma “cura” para o hábito, muitas vezes prejudicial, de rolar o feed das redes sociais tradicionais.
O remédio contra o scrolling nocivo
Além do fator excesso de tempo de tela, ficar horas rolando o feed das redes sociais mais populares pode prejudicar a saúde emocional devido à qualidade do conteúdo consumido.
Mesmo com filtros rígidos, Instagram, TikTok, Facebook e similares ainda exibem materiais inapropriados em diversos sentidos, independentemente da faixa etária do público.
Então, uma boa solução, de acordo com especialistas ouvidos pelo site Android Police, reside em trocar as redes “antigas” pelo Google Arts & Culture na hora que a vontade de se distrair um pouco bater.
Dessa forma, em vez de dar de cara com notícias ruins, tragédias e conteúdo sem valor algum, o indivíduo pode entrar em um mundo de conhecimento profundo que pode fasciná-lo enquanto o educa positivamente.
É claro que isso não sana de vez o problema da perda de tempo em frente à tela do smartphone, mas é, sem dúvida, uma forma de minorar a tensão do scrolling, mitigando esse velho hábito aos poucos.












