A Vivo anunciou a adoção da plataforma OpenShift, da Red Hat, para atualizar sua infraestrutura de nuvem. A ação visa substituir sistemas antigos, reduzir custos e criar condições para serviços baseados em inteligência artificial.
Segundo a operadora, a modernização permitirá integrar dados e aplicativos com mais agilidade, oferecendo suporte a novos serviços digitais para clientes corporativos e consumidores finais.
Quais são os benefícios esperados?
Entre os ganhos citados estão:
- Eliminação de sistemas legados, simplificando operações e manutenção.
- Escalabilidade aprimorada, para suportar o crescimento da demanda.
- Preparação para IA, possibilitando automação e análises mais rápidas.
Executivos da Red Hat destacam que o OpenShift conecta equipes de desenvolvimento e operações, acelerando a entrega de novos serviços e aumentando a eficiência tecnológica da empresa.
Espera-se uma melhora nos serviços prestados
Embora voltada inicialmente para a operação interna, a atualização deve refletir nos serviços oferecidos aos usuários. A expectativa é de maior estabilidade da rede e melhor desempenho de aplicativos.
Especialistas também indicam que a IA poderá ser aplicada em atendimento e análise de dados, aumentando a inteligência operacional.
A iniciativa acompanha tendências globais do setor de telecomunicações, em que operadoras investem em nuvem e IA para reduzir custos, inovar e se manter competitivas.
O que vem a seguir?
A migração será gradual, priorizando segurança e continuidade do serviço. A operadora planeja expandir o uso de automação e inteligência artificial em diferentes áreas, reforçando a transformação digital sem comprometer a experiência do cliente.
Com essa estratégia, a Vivo busca consolidar sua posição como uma das operadoras mais preparadas para o futuro digital, equilibrando inovação tecnológica e eficiência operacional.












