Em evento institucional realizado há alguns dias, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) discutiu, novamente, maneiras de mitigar vácuos de cobertura em áreas remotas.
Dessa vez, foi feita uma visita ao Complexo Minerário de Carajás, no Pará. A área, explorada comercialmente pela mineradora Vale, é vista como uma referência em conectividade mesmo em condições adversas.
Segundo a equipe da Anatel que esteve no local, a visita é mais uma iniciativa da agência na busca por uma melhoria de condições de conectividade em locais remotos.
Conforme noticiamos, recentemente uma outra equipe da entidade foi a campo fazer medições de sinais de telefonia e internet no entorno do DF. O intuito foi mapear e ajustar soluções para os chamados “desertos digitais”.
Em busca da cobertura perfeita
O objetivo específico da visita ao Complexo de Carajás foi a inspeção da infraestrutura local para compreensão do seu funcionamento e reprodução em outros locais de difícil acesso.
Edson Holanda, conselheiro da Anatel que liderou a comitiva, destacou o desejo da agência de ser uma entidade que viabiliza uma maior cobertura de telefonia e conectividade.
“Essa agenda reforça, mais uma vez, a mentalidade que buscamos implementar na Anatel: mostrar que o setor de telecomunicações tem uma função habilitadora, ao prover conectividade e servir de insumo a diversas atividades econômicas, como se observa no presente caso, no setor de mineração”, disse ele.
Além de Holanda, estiveram no local o superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Anatel, Vinicius Caram, e o gerente regional nos estados do Pará, Maranhão e Amapá, Carnot Guimarães.
Com ações como essa, a agência também demonstra desejo de aproximar o setor público do setor produtivo, fazendo assim um intercâmbio de interesses e projetando possíveis soluções conjuntas para problemas comuns.
* Com informações da Agência Nacional de Telecomunicações












