24/02/2024

TIM e Ligga trabalham no avanço das cidades inteligentes

Ambas operadoras estão com negócios voltados para as demandas de cidades inteligentes para que o segmento avance cada vez mais.

Em evento para discutir o assunto das cidades inteligentes, Alexandre Dal Forno, diretor de Desenvolvimento de Mercado IoT & 5G da TIM falou sobre os planos da operadora. O CRO da Ligga, Rafael Marquez também participou do evento. Promovido pelo Tele.Síntese, o Smart Cities Mundi ocorreu na última sexta-feira (18).

Marquez disse que a operadora planeja elaborar uma cartilha para divulgar e vender serviços de conectividade para cidades inteligentes direcionada aos órgãos públicos. Para ele, o objetivo é facilitar o entendimento do benefício de aplicações do tipo para gestores públicos.

Já estão à disposição muitas tecnologias para smart cities, mas a falta de compreensão de como contribuíram para a gestão dos municípios causa não demanda delas.

“O nosso grande sonho é ter uma cartilha para apresentar como implementar projetos de cidades inteligentes e como isso pode ficar de pé com o apoio de parceiros da iniciativa privada para quebrar a barreira da digitalização em nossas cidades”, afirmou o CRO da Ligga.

Cidades Inteligentes: o que diz a TIM

No caso da TIM, o Dal Forno revelou que a operadora quer terminar 2023 com cerca de 200 mil luminárias inteligentes ativas no país. Até o momento, 50 mil já funcionam por meio de um serviço de telegestão, utilizando tecnologias 4G e NB-IoT (sigla, em inglês, para banda estreita para Internet das Coisas). As outras 150 mil já foram vendidas e devem ser ativadas até o fim do ano.

Entre os principais clientes da TIM estão as prefeituras de Porto Alegre, Curitiba e Petrolina (PE). São negócios feitos por parcerias público-privadas (PPPs), que fazem parte dos planos da TIM para utilizar conectividade sem fio em projetos de cidades inteligentes. “A PPP simplifica o processo para o município porque terceiriza a operação. Isso tem alavancado novos negócios na parte de iluminação pública”, disse Dal Forno.

“A meu ver, é só a ponta do iceberg, porque, em cima disso, você consegue colocar outros serviços, como controle de semáforo, câmeras de segurança e monitoramento de tráfego”, exemplificou.

Ele também destaca as vantagens dessa lâmpadas, que são capazes de identificar e avisar quando há problema de iluminação e o uso de GPS. “Houve um caso de uma lâmpada que desapareceu em Porto Alegre. Como tem sensor e GPS, identificou-se que a tinha sido roubada e foi localizada em Santa Catarina. A polícia conseguiu encontrar uma quadrilha que atuava no Rio Grande do Sul e em outras partes do País”, relatou o executivo.

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