20/04/2024

Huawei afirma que a tecnologia integrativa é o futuro da educação

Executivo da empresa Huawei falou sobre tecnologia integrativa e como ela será aplicada a educação logo em breve.

A atual expectativa é que no futuro das escolas não haverá mais salas de aula onde a tecnologia seja apenas uma distração. O mercado já desenvolveu ferramentas que integram as aplicações digitais ao processo de aprendizagem.

Tecnologia

No entanto, esses equipamentos ainda não estão disponíveis nas instituições públicas. Ricardo Mansano, CTO da Huawei para o setor público, acredita que os agentes públicos estão compreendendo essa mensagem.

“Sou muito otimista e acredito firmemente que o poder público está cada vez mais voltado para um futuro de longo prazo, onde teremos experiências educacionais muito mais promissoras”, afirma o executivo.

Nesta terça-feira, 30, durante o evento “EdTechs e as Escolas Públicas” organizado pelo Tele.Síntese, Mansano abordou o tema em questão. Ele mencionou um exemplo de como os dispositivos disponíveis podem ampliar a experiência dos estudantes, referindo-se especificamente à Huawei.

Segundo Mansano, atualmente existem tecnologias que permitem uma colaboração completa entre professor e aluno dentro da sala de aula, além de possibilitar a capacitação remota dos professores. Isso possibilita a padronização do método de ensino e o compartilhamento do conteúdo após a aula.

Na visão de Mansano, a escola do futuro também supera as barreiras geográficas. Por exemplo, os alunos do ensino médio não precisam se limitar apenas à interação com colegas da mesma sala de aula ou da mesma escola.

Com as tecnologias disponíveis atualmente, é cada vez mais viável a interação entre instituições educacionais e entre países. Em um futuro próximo, será possível ter aulas no Brasil interagindo com alunos na Alemanha, França, China e em outros lugares.

Porém, ele afirmou também que a implementação do potencial tecnológico nas escolas públicas fica travada pela falta de estrutura nas instituições:

“Para pensar na educação do futuro, nós precisamos ultrapassar algumas barreiras iniciais da infraestrutura básica das escolas. Quando eu falo de infraestrutura básica é toda parte de energia elétrica, saneamento, cadeiras, enfim…[…] Depende muito dos como o governo e as entidades públicas vão reforçar a intenção de longo prazo”, afirma Manzano.

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