Anatel inicia pesquisa de satisfação do setor de telecomunicações

A 8ª edição da Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida será realizada nos próximos meses pela Anatel por telefone.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) iniciou nesta segunda-feira (18), a oitava edição da Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida dos consumidores de serviços de telecomunicações, levantamento realizado anualmente pela autoridade estatal com o intuito de coletar a opinião dos brasileiros e, com isso, traçar um panorama sobre a situação do setor este ano.

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Em síntese, a pesquisa indagará os participantes sobre diversos pontos pertinentes ao segmento de telecomunicações, como qualidade geral do serviço móvel e residencial, atendimento das operadoras na solução de problemas reclamados pelos consumidores nos canais oficiais e outras abordagens.

Desta vez, serão entrevistados usuários de telefonia fixa, telefonia celular, banda larga fixa e TV por assinatura que sejam clientes das prestadoras Algar, Brisanet, Claro, Gigabyte, MOB Telecom, Oi, Sky, Tim, Unifique, Valenet e Vivo.

Embora o foco seja na prestação do serviço, a agência afirma que o questionário também inclui perguntas de cunho socioeconômico — faixa etária, renda per capita, escolaridade, etc. — para efeitos de classificação do perfil sociodemográfico. A abordagem será feita por telefone e deve contar com a participação de 90 mil pessoas durante a vigência.

Os resultados serão divulgados apenas no 1º trimestre de 2023 colaborando para a elaboração dos indicadores do Selo de Qualidade das prestadoras, estabelecido pelo Regulamento de Qualidade dos Serviços de Telecomunicações (RQUAL).

“No caso da telefonia celular da Oi, as entrevistas serão realizadas considerando as empresas de transição criadas para viabilizar o processo de migração dos consumidores para as prestadoras Claro, TIM e Vivo.”, explica o órgão.

Cuidado com golpes

Ciente da possibilidade de golpistas se passarem pela entidade a fim de enganar vítimas em potencial, a Anatel reforça que os entrevistadores não questionarão dados sensíveis durante o estudo, por isso, jamais passe seus dados pessoais — como número de documentos, endereço, números do cartão de crédito ou conta bancária, etc. — por telefone.

Lucas Ribeiro
Lucas Ribeiro
Jornalista há quatro anos, trabalho com revisão de textos e elaboração de pautas sobre telefonia móvel/telecomunicações no geral. Como lema, compartilho a ideia de Álvaro Borba, que diz: “Não importa o que eu acho, importa o que eu sei, e o que sei são os fatos”.
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