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Equipamentos da Starlink recebem sinal verde da Anatel

Agência liberou antenas que serão usadas pelo serviço de internet via satélite de Elon Musk.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou duas antenas de satélite que serão instaladas nas estações terrestres da Starlink, empresa provedora de internet via satélite.

A companhia pertencente ao bilionário Elon Musk ainda não opera no Brasil, mas a expectativa é que comece a funcionar no país até o final deste ano.

Os equipamentos certificados se referem a duas versões da antena Gateway V3, mudando entre elas apenas a frequência na qual funcionam.

Ambas foram classificadas como transceptores para estação terrena. O pedido de homologação foi feito pela Starlink Brazil Serviços de Internet Ltda.


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Entre as características do dispositivo está a capacidade de transmitir dados com velocidades de até 4 Gbps e o funcionamento na banda Ku.

O equipamento é importado, tendo sido fabricado nos Estados Unidos pela Starlink, e conta ainda com modem integrado. Esse é apenas o começo do rito para finalmente operar no Brasil.

Os próximos passos incluem solicitar a homologação daquela antena vista nos vídeos gravados por quem já usa o serviço de internet via satélite da Starlink.

As antenas mencionadas neste post fazem a comunicação entre a estação terrestre e os satélites, já a antena mencionada no parágrafo anterior é instalada na casa dos assinantes.

A Starlink já pediu o direito de explorar satélites estrangeiros para a Anatel e, caso a solicitação seja deferida, terá que pedir ainda algo obrigatório a todos os provedores: a licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).

Quem deseja ajudar a prestadora de Elon Musk a testar o serviço no Brasil antes do lançamento já pode fazer o cadastro para participar da fase beta.

Porém é preciso pagar no ato uma taxa de US$ 99 (algo como R$ 525) e ainda comprar o kit com roteador e antena por US$ 499 (algo como R$ 2.646).

De acordo com a prestadora, inicialmente a banda larga da Starlink deve alcançar entre 50 e 150 megabits por segundo, com latência na casa dos 20 a 40 milissegundos, sem limite de tráfego (franquia).

Com informações de Tecnoblog

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