InícioTelefonia FixaPesquisa mostra que percentual de telefones fixos no país continua em queda

Pesquisa mostra que percentual de telefones fixos no país continua em queda

Levantamento também revelou queda no percentual de tablets e microcomputadores nos lares brasileiros.

Telefone fixo
Imagem ilustrativa.

Segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma queda no número de telefones fixos ativos no país.

Os dados, a respeito do acesso à Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), apontavam que, em 2019, o telefone fixo convencional estava presente em 28,4% dos lares brasileiros.


No entanto, essa porcentagem caiu para 24,4% em 2020, revelando um declínio de 4% na presença da telefonia fixa ativa em domicílios do país.

Entre as regiões com maior percentual de domicílios com telefonia fixa convencional, o Sudeste apareceu na primeira posição, com 35,6%, frente 9,3% do Nordeste e apenas 8% da região Norte.

O levantamento também registrou queda na porcentagem de casas que não possuíam qualquer serviço de telefonia, seja fixo ou móvel.

Isso porque, em 2020, 4,7% das residências particulares permanentes do país não contavam com esse tipo de serviço, o equivalente a 3,4 milhões, uma queda de 0,4% em relação a 2019.

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A pesquisa ainda registrou um aumento na parcela de residência com telefone móvel, subindo de 93,2% em 2019 para 94% em 2020, portanto, um aumento de 0,8%.

No entanto, os domicílios rurais apresentaram um percentual menor, se comparados com os lares das áreas urbanas.

Os dados mostram que 83,6% dos domicílios rurais contavam com telefone móvel, frente à 95,5% dos lares urbanos.

A diferença também se repete em relação ao telefone fixo convencional, presente em 6% das casas de áreas rurais e em 27,2% das residências urbanas.

Já falando das regiões, a porcentagem de casas com telefone móvel varia de 90,5% no Nordeste e 97,1% no Centro-Oeste.

De acordo com a PNAD TIC houve queda na proporção de domicílios com microcomputadores, cuja porcentagem variou de 41,7% em 2019 para 40,6% em 2020.

Sobre os dados relacionados a casas com tablets, a porcentagem caiu de 12,5% em 2019 para 11,3% em 2020.

Com informações de Telesíntese.

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