Assinantes notam ausência de conteúdo no Disney+

Estreia da plataforma nesta terça-feira, 17 de novembro, dá a entender que o Disney Plus terá uma estratégia diferente para distribuir conteúdo no país.

Interface do Disney+
Imagem: Interface do Disney+

A virada para esta terça-feira foi marcada pela ansiedade dos fãs do Disney+, que esperavam poder baixar e aproveitar o novo serviço de streaming pontualmente às 00h.

Entretanto, a plataforma só surgiu por volta das 00h40, quando todos os assinantes e interessados conseguiram fazer o download e aproveitar o catálogo oferecido.


Uma curiosidade interessante, perceptível em poucos minutos após o login, é a diferente estratégia para distribuição de conteúdo que a empresa adotará no Brasil.

As séries que são “carro-chefe” do serviço estarão completas e disponibilizadas simultaneamente com os Estados Unidos. Exemplos são “The Mandalorian” e “WandaVision”, com estreia confirmada para 15 de janeiro.

Mas, o mesmo não deve acontecer com outras tramas. A produção “High School Musical: The Musical: The Series”, por exemplo, só está com o primeiro episódio disponível.

A liberação dos outros deve ocorrer semanalmente, mas chama atenção o fato da série ter estreado em 2019. Por qual motivo os brasileiros terão que esperar ainda mais para assistir na íntegra? É uma resposta que está apenas na mente dos executivos da Disney.

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Outra percepção de alguns consumidores foi a ausência de séries clássicas do estúdio.

Títulos como “As Visões da Raven”, “Lizzie McGuire”, “Ducktales”, “Planeta do Tesouro” e “Gárgulas” ainda não foram encontrados no catálogo.

Os históricos “Simpsons” também estão em falta, já que apenas duas temporadas foram disponibilizadas.

Veja a repercussão:

Alguns usuários julgaram o acervo de conteúdo como excessivamente “juvenil” também, mas esse detalhe não é bem uma novidade.

Desde o início, a empresa anunciou que o serviço seria voltado para produções sem tantas restrições de idade, ou seja, direcionadas para o entretenimento familiar.

No entanto, rumores apontam que as produções “adultas” da Disney podem acabar abrigadas no serviço de streaming, pela paralisação do projeto que visava internacionalizar o Hulu.

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About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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