quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Grupo Claro compra 30 Megawatts de energia sustentável da Engie

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Contratação faz parte do programa A Energia da Claro, que prevê o uso de energia limpa em todas as suas operações e instalações no Brasil.


O Grupo Claro, que engloba as marcas Claro, Embratel e NET, comprou 30 Megawatts (MW) de energia sustentável da Engie, maior geradora privada de energia do país. 

O contrato conta com Ambiente de Contratação Livre, que viabiliza a construção da segunda fase do Complexo Eólico Campo Largo, na Bahia. 



Segundo a Engie, a Claro possui compromissos convergentes com a geradora quanto à transição energética e à sustentabilidade, além de interesses comuns como descarbonização, descentralização e a digitalização. 

A contratação de energia realizada pelo grupo de telecomunicações faz parte do programa A Energia da Claro, lançado em dezembro do ano passado.

O programa prevê o uso de energia limpa, por meio de Geração Distribuída, e a adoção de ações de proteção ao meio ambiente em todas as suas operações e instalações no Brasil.

O programa representa uma redução de mais de 100 mil toneladas métricas de CO2 ao ano, o equivalente à retirada de quase 420 mil carros de circulação. 

É o maior projeto de Geração Distribuída do país entre empresas privadas e o primeiro entre empresas de Telecomunicações. 

Já estão em operação nove usinas em quatro diferentes estados do país, além de 40 usinas em construção.

Por causa do programa, grande parte da energia utilizada pela Claro já é oriunda de fontes renováveis, tais como Solar, Eólica, Hidrelétrica, Biogás e Cogeração Qualificada. 

Além disso, no projeto são previstas ações como a de mobilidade elétrica (incentivo do uso de carros e bicicletas elétricas) e de eficiência energética.

“A energia elétrica é um dos insumos mais importantes em uma operação de telecomunicação e, por este motivo, o programa A Energia da Claro é uma das nossas grandes apostas. A contratação de energia com a Engie é um grande passo neste momento, pois está em linha com o nosso objetivo de ter energia sustentável, descentralizada e descarbonizada dentro de um processo 100% digital”, conta o diretor de Suporte Financeiro ao Negócio da Claro Brasil, João Pedro Neves.

O diretor-presidente da Engie, Eduardo Sattamini, ressalta que 90% da geração de energia da empresa no país são provenientes de usinas eólicas, solares, hidrelétricas e de biomassa. 

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“Nossa estratégia está baseada em 3 Ds: Descarbonização, Descentralização e Digitalização. A Descarbonização se dá pelo crescimento em energia renovável e, contratos como esse com a Claro, aliam a necessidade do nosso cliente com nossa estratégia de liderar a transição energética”, explica o diretor-presidente.

A Engie ressalta ainda que o contrato realizado com o Grupo Claro foi assinado de forma totalmente digital, com a troca de documentação e assinaturas sendo feita sem a circulação de papéis e procedimentos cartoriais. 

Tudo foi feito via internet com o uso de cadastro biométrico de digitais e senha eletrônica. Foi possível rubricar e assinar totalmente via web, de forma segura e legal.

Novo conjunto eólico


Localizado nos municípios baianos de Umburanas e Sento Sé, a 420 km de Salvador, o Complexo Eólico Campo Largo tem um potencial de desenvolvimento de 686,7 MW e foi desenvolvido em etapas.

Fase 1, com 326,7 MW e 11 centrais eólicas, estará 100% em operação até o final do ano.

A Fase 2, com 360 MW de capacidade instalada, conta com investimento estimado em R$ 1,7 bilhão

O número de centrais elétricas ainda não está definido, pois depende do aerogerador a ser escolhido pela Engie, que trabalha com um número entre 11 e 12 centrais eólicas. 

Foram os mais de 60 contratos assinados pela Engie com clientes no Mercado Livre este ano que viabilizaram a Fase 2.

“Com a segunda fase de Campo Largo, a ENGIE ultrapassará os 1.000 MW de capacidade instalada em energia eólica no Brasil”, comemora Sattamini. 

O Instituto NET Claro Embratel também informou que o Claro Recicla, outro programa sustentável do Grupo, atingiu a marca de 142 toneladas de materiais recolhidos nos seus 10 anos de existência.

Mas não é só o Grupo Claro que está em busca da sustentabilidade. Na última segunda-feira (3), a TIM anunciou que ainda em 2018 colocará em operação a primeira usina de biogás de resíduos sólidos urbanos com 5 MW de potência para autoconsumo remoto do Brasil.

A planta irá atender 864 sites (antenas) na área de concessão da Eletropaulo, São Paulo capital. 

Com isso, a companhia será a primeira operadora do país a utilizar Biogás para gerar energia dentro de um grande centro urbano com objetivo de abastecer suas próprias instalações.



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