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Será que a TIM vai perder a liderança no pré-pago?

Operadora tem perdido mais clientes no pré-pago que concorrentes.



As operadoras TIM, Claro e Vivo fecharam o mês de julho de 2018 quase que empatadas em participação no mercado de pré-pago. 


A TIM vem perdendo clientes do setor desde 2016 e fechou julho de 2018 com 26,3% de market share


A Claro veio ganhando clientes a partir de 2016, mas estagnou, fechando julho deste ano com 26,2% de participação no mercado pré-pago. 

A Vivo vem crescendo desde 2015 e no último levantamento estava com 26%. A Oi segue na lanterna com 20,8% de market share.

Se as tendências atuais se mantiverem, a TIM deve terminar este ano na terceira colocação em market share de pré-pago.



Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em um ano, 18,4 milhões de pessoas abandonaram linhas pré-pagas


Segundo consultoria especializada em telecomunicações Teleco, a base de pré-pago do Brasil está encolhendo devido ao abandono do 2º chip pelos usuários e migração para planos controle do pós-pago.




No entanto, a TIM tem apresentado perdas maiores neste segmento que as demais operadoras, mesmo descontando a migração do pré para o pós-pago.

A TIM, por outro lado, não parece estar preocupada com estas perdas, que ocorrem principalmente nos pré-pagos que não fazem recarga recorrentemente. 

Conforme dados do Teleco, o pré-pago recorrente, que representava 22% dos pré-pagos da TIM no segundo trimestre de 2017, passou a representar 50% desta base no segundo trimestre deste ano. 

Neste período, a TIM perdeu 7,6 milhões de pré-pagos, mas 9 milhões passaram a ser recorrentes. 

A meta da operadora é que o pós-pago represente 50% de sua base em 2020. 

Na realidade, todas as operadoras estão apostando na migração dos clientes para o pós-pago, que é mais lucrativo. 

Segundo projeções da consultoria GlobalData, nos próximos cinco anos, a proporção de aparelhos pré-pagos em uso deverá cair 10 pontos percentuais na América Latina.

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