terça-feira, 6 de março de 2018

Novo comercial da Vivo mostra um ‘encontro’ que supera limitações

O que você achou? 

Deficiente visual é protagonista de história que trata a relação das pessoas com a tecnologia. Veja o vídeo.

Incentivar as pessoas a viverem novas descobertas e experiências, superando suas limitações por meio da tecnologia é o foco do novo filme de Vivo Fibra, lançado nesta segunda-feira (5). Criado pela agência África, a peça ‘Encontro’ reforça o posicionamento da marca sob o conceito ‘Viva menos do mesmo’ e leva o público a refletir sobre diferentes possibilidades, padrões e julgamentos.

O objetivo do vídeo é mostrar como a internet é capaz de quebrar barreiras e aproximar pessoas. “Com o Viva menos do mesmo queremos provocar um novo olhar sobre a relação das pessoas com a tecnologia, convidando-as a viver novas experiências”, explica a diretora de Imagem e Comunicação da Vivo, Marina Daineze.


Assista:


Com 30 segundos de duração, o filme conta a história de um deficiente visual que usa a tecnologia e a banda larga para superar as limitações e fazer de um encontro amoroso um evento perfeito. Por meio de um tutorial na internet, ele pensa em cada detalhe do jantar e organiza tudo para que o ambiente fique ainda mais romântico.

Este é o segundo vídeo de 2018 de Vivo Fibra. O primeiro contou a história do ‘Tampinha’, um jovem que tinha o próprio canal na internet, passando também a mensagem de ‘viver mais’ alguma coisa e ‘menos’ outra.


2 comentários:

  1. "Viva menos o limite."
    Como? Se a Vivo é a operadora mais limitada que existe.

    ResponderExcluir
  2. Nunca Fale Com Estranhos X Mensagens Subliminares na TV X Abuso
    Dia atrás, postei um texto criticando um comercial onde uma garota marca um encontro com um rapaz por um aplicativo de paquera e vai até o apartamento dele. Então falei que este tipo de atitude é arriscado, principalmente, para as mulheres.
    Logo, críticas negativas apareceram na minha caixa de mensagens. Algumas pessoas me chamaram de feminista histérica e outras me compararam à personagem Perpétua, beata moralista de uma novela da Globo.
    O problema é que diversas ONGs, ligadas ao desparecimento de crianças, constataram que depois do referido comercial aumentou o número de meninas menores de idade que marcam encontros, por aplicativos de paqueras, e somem de casa.
    Será tudo isto uma misteriosa coincidência?
    Marcar encontros com homens desconhecidos sempre foi um risco para as mulheres até mesmo antes da Internet.
    Em 1958, testemunhas falaram que a jovem Aída Cury marcou encontro com um rapaz, que acabou levando a pobre à força para um edifício em construção. Lá ela foi abusada e teve seu corpo jogado do prédio.
    Em 1985, Monica Caruzo marcou um encontro no apartamento de um pretendente que conheceu numa danceteria. Porém chegando lá o homem procurou abusar da pobre que tentou fugir pela janela e acabou caindo.
    Em 1973, Araceli, de nove anos de idade foi entregar encomendas para um homem desconhecido. No local foi abusada e morta por um grupo.
    Estes assassinatos não foram culpa das vítimas. O problema é o machismo. As mulheres são desde crianças incutidas a acreditar num príncipe encantado e achar que todos os homens são gentis. A questão é que existem homens maus e abusadores, alguns estão dentro de casa. Por isto é preciso tomar cuidado com toda a criatura do sexo masculino que anda pelas ruas e redes sociais.
    Imaginem quantas garotas, sonhando com o príncipe encantado conheceram um cafajeste, que parecia ser boa pessoa, que disse-lhes:
    “ – Vamos ao meu apartamento, pois eu não farei nada que você não queira.”
    Mas que chegando lá foram estupradas e assassinadas. Pois é, os números são imensos e, muitos destes crimes nem aparecem na mídia.
    Quando uma propaganda mostra uma moça marcando encontro com um homem que conheceu por Internet está estimulando qualquer menor de idade a se arriscar no mundo virtual em busca do par ideal. Assim os pequenos correm o risco de aparecerem violentados ou mortos.
    Em 1982, quando eu tinha oito anos de idade, surgiu um comercial de chocolate branco onde duas crianças pequenas se beijavam na boca. Logo fiquei chocada porque achei que os menores não tinham idade para isto. Assim passei anos sem comer a referida marca de chocolate. Mais tarde descobri que atitudes como esta estimulam a sexualidade precoce.
    Pesquiso mensagens subliminares e lendas há muitos anos e sei do que estou falando.
    Portanto, se você tem filhos menores converse sobre os perigos da Internet, mensagens subliminares na TV e abusos.
    Luciana do Rocio Mallon




    ResponderExcluir

Ao deixar a sua opinião no Minha Operadora você concorda em respeitar o nosso Código de Conduta.