Cofundador do WhatsApp afirma que criptografia do serviço é inviolável

Confirmação foi dada para o Supremo Tribunal Federal, que questionava a segurança do aplicativo.

Alegando que os principais atributos qualitativos do WhatsApp são a privacidade e a segurança, Brian Acton – cofundador do aplicativo – fez questão de deixar claro que as mensagens trocadas pelos usuários são impossíveis de ler até mesmo para a empresa.

De acordo com ele, a criptografia utilizada é de última tecnologia e pode ser confirmada pelos 120 milhões de brasileiros que já fazem uso do app. As declarações foram feitas em audiência pública realizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) na última sexta-feira (2), onde eram julgadas duas ações que estão em andamento que visam o bloqueio do aplicativo em terras brasileiras.

Como uma forma de defesa mais veemente, foi lembrado durante a audiência o quanto o app de mensagens tem sido útil até mesmo em cooperação com a polícia e a Justiça brasileira, que foram capazes de descobrir diversos crimes que estariam sendo planejados usando a plataforma, entre elas, atentados durante as Olimpíadas realizadas no Rio de Janeiro em 2016.

Mesmo assim, o processo segue em andamento sem destino definido para o WhatsApp, que já sofreu intervenção legal por mais de uma vez no Brasil.

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