Perspectivas para 2012

O ano está acabando e a nossa série de reportagens também. Resumimos nesta Sexta-Feira o que de fato ocorreu e que continua ocorrendo no meio das Telecomunicações. Agora pedimos mais um pouco de sua atenção pois pra fecharmos com chave de ouro essa série especial iremos mostrar a última postagem de nossa série: O que 2012 nos promete.

“2011 foi um ano de forte crescimento no setor de telecomunicações no
Brasil. O celular atingiu recorde de 35 milhões de adições”, avalia o
consultor Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, que monitora
esse mercado no País. Ele observa que Vivo e TIM foram as que mais
avançaram, enquanto Claro andou mais lentamente. Na sua opinião, a
operadora do grupo mexicano América Móvel perdeu a vice-liderança para a
italiana por vários fatores. Um deles, pela mudança de presidente e
agora está tentando acertar a estratégia para voltar a ganhar market
share.


A Oi passou o ano envolvida com a integração com a Brasil
Telecom e em 2011 acabou perdendo mercado e também receita, conforme
demonstraram resultados no terceiro trimestre, com recuo de 20,8% do
lucro líquido. Já a GVT expandiu a base de banda larga e saiu na frente
com o lançamento de TV por assinatura, com modelo híbrido de entrega,
usando rede IP e satélite.

O cenário para 2012, segundo Tude, é
bastante favorável. Até lá, os processos de integração pelas recentes
fusões estarão concluídos e haverá esforço maior das operadoras em
estender serviços. Começa a briga para entrega de pacotes integrados com
voz, dados e TV paga, no modelo triple play. Claro, Net e Embratel
anunciaram que já estão com suas redes interconectadas e lançaram
pacotes unificados com serviços das três empresas do grupo, com envio de
uma única fatura.

Outro movimento das teles em 2012 serão
investimentos para estreia no mercado de TV paga, com a regulamentação
do PLC 116. Haverá esforço também para ampliação das redes 3G e
espera-se que o Brasil chegue a um consenso sobre 4G, infraestrutura
necessária para atender ao tráfego de dados gerado pela Copa do Mundo de
2014 e Olimpíadas de 2016.

O leilão para venda das faixas para o
Long Term Evolution (LTE), tecnologia que é a evolução do 3G, está
marcado para abril. A Anatel vai licitar o espectro de 2,5 GHz, mas as
teles querem trocar essa frequência pelas de 700 MHz ou fechar acordo
para usar as duas. A faixa de 700 MHz é usada atualmente pelas empresas
de radiodifusão e poderá ser alocada para prestação de serviços de banda
larga móvel, quando a TV analógica migrar para a tecnologia de alta
definição. Porém, estará livre somente em 2016, gerando o chamado
dividendo digital para as operadoras de telecomunicações. O governo
ainda não deu nenhum sinal de que haverá acordo, apenas garante que a Copa do Mundo será em 4G.

Obrigado a você que fez essa retrospectiva conosco. Até amanhã com mais notícias e novidades de sua operadora preferida, aqui no #Minha Operadora!

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