O começo de uma nova era na Oi Paggo

Após a entrada da Cielo como acionista com 50% de participação, a Oi Paggo está passando por uma profunda transformação. A empresa deixará de ser uma bandeira de cartão de crédito no celular para virar uma rede de adquirência móvel que funcione em qualquer operadora e com qualquer bandeira de cartão. Seu público alvo principal serão os 2,5 milhões de vendedores de porta a porta que existem no Brasil, além da própria Cielo, cujas máquinas de POS serão adaptadas para aceitarem pagamentos via celular. Paralelamente, Oi e Banco do Brasil anunciarão nos próximos meses um cartão co-branded, o primeiro a ser captado pela Paggo enquanto rede de adquirência.

Como forma de expressar a nova fase, a logomarca foi alterada e a palavra Oi foi suprimida. A antiga controladora continua com 50% do capital, mas está disposta a dividir sua participação de maneira igualitária com outras teles que desejarem entrar no negócio. O afastamento da Oi será também físico: a Paggo transferirá sua sede, hoje localizada em Ipanema, no Rio de Janeiro, para São Paulo, em um edifício vizinho à Cielo.


Para comandar essa reestruturação, foi contratado o executivo Massayuki Fujimoto como novo CEO da Paggo. Ele falou sobre os novos planos da empresa e sobre o futuro do mercado de m-payment no Brasil. Uma de suas apostas é a de que o NFC (Near Field Communications) decole no Brasil este ano, mas embutido nos cartões de plástico, não nos celulares.

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