A Apple aumentou o preço do Apple TV+ e do plano individual do Apple One no Brasil, em reajuste que passou a valer nesta sexta-feira (28). A mensalidade do serviço de streaming subiu de R$ 29,90 para R$ 34,90, um acréscimo de R$ 5. Já o pacote de serviços foi de R$ 43 para R$ 48 ao mês, atingindo quem concentra vídeo, música e armazenamento em nuvem em uma única fatura.
A mudança vale também para os Estados Unidos, onde a mensalidade do streaming passou de US$ 13 (R$ 66,69) para US$ 15 (R$ 76,95). A companhia não detalhou os motivos do reajuste no mercado brasileiro, mas o movimento ocorre pouco mais de um mês depois de a empresa mexer nos valores do Apple Music e de dois dos três planos do Apple One, além da ampliação recente do catálogo.
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NOVOS PREÇOS NO BRASIL
Os novos valores já aparecem para os assinantes brasileiros e mexem com dois produtos da linha de serviços da Apple, ambos com alta de R$ 5 na mensalidade. O plano anual do Apple TV+, vendido até então por R$ 220, também foi reajustado, mas a companhia ainda não informou o novo preço praticado no país, e as outras duas modalidades do Apple One seguem sem alteração.
| Serviço | Preço antigo | Preço novo | Diferença |
|---|---|---|---|
| Apple TV+ (mensal) | R$ 29,90 | R$ 34,90 | R$ 5 |
| Apple TV+ (anual) | R$ 220 | Não informado | Não informado |
| Apple One individual (mensal) | R$ 43 | R$ 48 | R$ 5 |
| Apple One duo e família | Sem mudança | Sem mudança | R$ 0 |
REAJUSTE TAMBÉM NOS ESTADOS UNIDOS
Nos Estados Unidos, o pagamento anual do Apple TV+ passou de US$ 100 (R$ 513) para US$ 120 (R$ 615,60), um acréscimo de US$ 20 (R$ 102,60). O plano individual do Apple One no mercado norte-americano subiu de US$ 20 (R$ 102,60) para US$ 22 (R$ 112,86) por mês. Os valores em real são apenas conversão direta e não correspondem ao que é cobrado no Brasil.
Quando foi lançado, em 2019, o serviço custava US$ 4,99 (R$ 26,05) mensais nos EUA, abaixo de praticamente todos os concorrentes. Desde então, a plataforma engordou o catálogo com produções como o filme “F1”, sucesso de bilheteria, e a série “Ted Lasso”, que voltou para uma quarta temporada. Com o novo valor, o serviço se aproxima do patamar cobrado pelos rivais.

SERVIÇOS PESAM MAIS NO CAIXA DA APPLE
Os reajustes acompanham a estratégia da Apple de dar mais peso à divisão de serviços. No terceiro trimestre, a área registrou receita de US$ 30,7 bilhões (R$ 160,25 bilhões), crescimento de 12%. A margem bruta da unidade, no entanto, recuou mais de 1%, algo atribuído pela companhia a uma composição diferente de produtos e a impactos cambiais desfavoráveis.
Em julho, a empresa já havia elevado em US$ 1 (R$ 5,22) o preço mensal do Apple Music, citando custos de licenciamento. O tema voltou ao centro das atenções no anúncio da saída de Tim Cook do comando da companhia, marcada para 1º de setembro, quando a Apple destacou os serviços como uma importante área de foco durante a gestão dele. A sequência de reajustes indica que o segmento deve seguir como prioridade.
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ONDE ASSISTIR AO APPLE TV+
O Apple TV+ está disponível em mais de 100 países e regiões, e a lista de aparelhos compatíveis é ampla, o que inclui equipamentos de concorrentes diretos da fabricante. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha três meses de acesso ao serviço sem custo adicional. Veja onde o streaming pode ser assistido:
- iPhone, iPad, Mac e aparelho Apple TV
- Celulares e tablets com Android
- Smart TVs e navegadores de internet
- Roku, Amazon Fire TV e Chromecast com Google TV
- Consoles PlayStation e Xbox












