29/02/2024

Vivo aprova redução de capital e confirma dividendos para 2024 a 2026

Segundo a tele, o Conselho de Administração aprovou a proposta para reduzir capital social de R$ 1,5 bilhão, sem cancelamento de ações.

Nesta quarta-feira (08), por meio de Fato Relevante, a Telefônica (Vivo) informou que o seu Conselho de Administração aprovou uma proposta de redução de capital social no valor de R$ 1,5 bilhão e que pretende distribuir recursos aos acionistas por meio de dividendos juros sobre capital próprio, redução de capital e recompra de ações nos exercícios sociais de 2024 a 2026.

No primeiro caso, a empresa explica que a operação ocorrerá sem o cancelamento de ações de emissão da Vivo e mediante a restituição de recursos aos acionistas, em moeda corrente nacional, a serem pagos em uma única parcela até o dia 31 de julho de 2024. A data de pagamento ainda será determinada pela Diretoria da Telefonia.

A Vivo explica que o objetivo da operação é “aprimorar a estrutura de capital da Companhia, o que permitirá a flexibilização da alocação de seu capital, gerando equilíbrio entre sua necessidade de recursos e a geração de valor aos seus acionistas”.

Caso aprovada em assembleia geral extraordinária, a efetivação da redução de capital ora proposta estará sujeita ao decurso do prazo para oposição de credores de 60 (sessenta) dias contados a partir da publicação da respectiva ata, conforme previsto no artigo 174 da Lei nº 6.404/76”, completa a empresa.

Remuneração de acionistas

Em Fato Relevante separado, a Vivo afirmou que pretende realizar a distribuição de recursos a acionistas em valor total igual ou superior a 100% do lucro líquido. Entretanto, deixa claro que se trata apenas de uma intenção, sua efetiva execução está sujeita aos seguintes fatores:

  • Efetiva aferição de resultados;
  • Declaração de dividendos e juros sobre capital próprio;
  • Concretização de operações de recompra de ações; e
  • Redução de capital social.

A empresa ressaltar que eles “dependem da conveniência e oportunidade a ser avaliada caso a caso pela Administração da Companhia, considerando a situação econômico-financeira da Companhia e, também, as eventuais mudanças no ambiente de negócios e do cenário macroeconômico”.

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