Após dois anos de suspensão, Donald Trump retorna ao YouTube e Facebook

Cleane Lima
3 min de leitura

Por causa de falas e posicionamentos polêmicos, e após incitar o ataque em 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio para os seus apoiadores, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi banido do YouTube e do Facebook. Dois anos depois, as redes sociais decidem reativar a conta do político.

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Em um curto vídeo na sua página nas plataformas, Trump diz “Estou de volta. Desculpe por tê-los deixado esperando”. Na publicação, aparece um vídeo da CNN anunciando a eleição de Trump como presidente na disputa de 2016 contra Hillary Clinton. Em seguida, ele desaparece para uma tela “Trump 2024”.

Na sexta-feira (17), o Youtube restaurou o canal de Donald Trump. Anteriormente, a Meta Platforms restabeleceu as contas do ex-presidente no Facebook e Instagram. Sua conta no Twitter já está ativada desde novembro do ano passado, após a rede social ter sido comprada pelo bilionário Elon Musk. Até o momento, não houve nenhuma publicação do ex-presidente.

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Ao liberar a conta do político, o YouTube declarou em tuíte que “A partir de hoje, o canal de Donald J. Trump não é mais restrito e pode enviar novos conteúdos. Avaliamos cuidadosamente o risco contínuo de violência no mundo real, enquanto equilibramos a chance de os eleitores ouvirem igualmente os principais candidatos nacionais na corrida para uma eleição”, diz comunicado.

A campanha presidencial em 2016 de Donald Trump foi impulsionada por suas redes sociais, que passaram a ser ferramentas importantes no meio da política nos últimos anos. No Facebook, Donald Trump possui 34 milhões de seguidores, enquanto que no YouTube tem cerca de 2,6 milhões de inscritos.

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Juntando as três redes sociais, o republicano pode alcançar 146 milhões de seguidores para apoiar sua nova corrida eleitoral em 2024, além de ter acesso a importantes veículos para arrecadação de verbas para sua campanha. A equipe de campanha de Trump não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Vale ressaltar que na época do banimento do político nas redes sociais, ele decidiu criar sua própria plataforma, chamada de “Truth Social”, onde conta com quase 5 milhões de seguidores.

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