22/02/2024

Mais de R$ 9 bilhões foram investidos pelas operadoras no 3T22

Dados foram divulgados nesta sexta-feira, 23, pela Conexis Brasil Digital, entidade que representa as empresas de telefonia móvel do país.

Nesta sexta-feira (23), a Conexis Brasil Digital, entidade que representa as empresas de telefonia móvel do país, divulgou dados relacionados aos investimentos das principais operadoras de telecomunicações e apontou que foram investidos R$ 9,1 bilhões no terceiro trimestre deste ano, o que representa uma alta nominal de 8% em relação ao mesmo período de 2021 e uma alta real de 0,7%.

Os investimentos das empresas que são associadas à entidade somaram R$ 26,5 bilhões em valores reais nos nove primeiros meses de 2022. Foi observado que houve um aumento médio real de 2% ao ano nos aportes desde 2017, conforme aponta a Conexis.

No período analisado, a receita bruta chegou a R$ 69,5 bilhões, sendo que em valores nominais, houve alta de 6,8%, mas em valores reais, teve recuo de 2,1%, no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Nos primeiros nove meses do ano, houve uma soma de R$ 205,4 bilhões na receita bruta setorial, sendo que a maior participação é dos serviços móveis, como telefonia e banda larga, correspondendo a 39% do montante, enquanto que a banda larga fixa representou 28% da receita bruta no entre janeiro e setembro.

Expectativas para 2023

Para Marcos Ferrari, presidente executivo da Conexis Brasil Digital, em 2023, a expectativa é que o 5G seja o protagonista dos investimentos das operadoras nas telecomunicações. “Com a expansão da nova tecnologia, o setor deve manter os altos níveis de investimentos verificados nos últimos anos, com média de mais de R$ 30 bilhões por ano“.

O executivo ainda fala da necessidade de instalação de novas infraestruturas de telecom para que a quinta geração de internet móvel e outras tecnologias possam avançar, e para isso é necessário que as cidades modernizem suas leis de antenas.

“Atualmente, cerca de 2% dos municípios têm leis de antenas atualizadas. A maioria ainda conta com leis antigas e que não acompanham os avanços tecnológicos”.

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