Novo governo planeja subsidiar serviços e smartphone 5G para famílias de baixa renda

Cleane Lima
3 min de leitura

O novo governo que assumirá o país em 1º janeiro planeja lançar recursos para que as famílias de baixa renda tenham acesso aos serviços de internet 5G e acesso a smartphones e tablets com valores mais acessíveis. Quem revelou a ideia foi o ex-deputado federal e ex-presidente da Telebras Jorge Bittar, que é integrante do grupo temático de comunicação do gabinete de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Ele disse em reunião com representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que o novo governo estuda reduzir impostos e subsidiar serviços de internet 5G e a compra de smartphones e tablets para famílias de baixa renda.

Bittar falou que o preço dos serviços precisam ser compatíveis com os ganhos das pessoas dessas famílias de baixa renda. “Estamos no caminho da universalização da internet, mas ainda temos um problema, que é fazer com que o preço da internet para as famílias de menor renda seja compatível com os ganhos dessas pessoas. Isso é imprescindível, mas nós já temos uma infraestrutura boa“, afirmou.

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Jorge Bittar falou sobre a possibilidade de utilizar o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) como fonte para a concessão de subsídios, embora não tenha explicado como esses recursos seriam desvinculados. Assim como também não falou sobre um “preço alvo” para o custeio desses aparelhos e serviços para que sejam compatíveis com os ganhos dessas famílias.

De acordo com Jorge Bittar, o governo de transição também está estudando formas de usar as redes 5G para ampliar a oferta de serviços de educação, segurança e saúde pública – com a realização de consultas e até mesmo cirurgias de forma remota.

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Ele explica que precisa melhorar os serviços públicos para a população e até critica o retrocesso que houve em algumas áreas, como a Previdência, que falou a ter filas imensas.

“Avaliamos como melhorar os serviços públicos para que a população possa resolver seus problemas de maneira acessível. Houve até certo retrocesso em algumas áreas, como a Previdência, com filas imensas. Estamos estudando isso a fundo para melhorar muito a qualidade desses serviços digitais do governo”, concluiu.

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