Plano Vivo Selfie é criticado nas redes sociais

Operadora escolheu o Twitter para divulgar o lançamento, mas será que a estratégia deu certo?

Campanha Vivo Selfie
Imagem: Campanha Vivo Selfie

Comerciais de TV, teasers no YouTube e muita campanha nas redes sociais, foi assim que a Vivo alardeou sua atual novidade no pós-pago: o Vivo Selfie. Apesar do termo “selfie” ter se popularizado como um auto retrato, a operadora explorou a palavra para conceitualizar um plano que é “a cara do consumidor”. Será que pegou?

A disponibilidade para o futuro cliente se faz da seguinte maneira: todos os três planos oferecidos possuem 25 GB de dados móveis e 25 GB para uso de um determinado aplicativo, cuja assinatura é inclusa no pacote.

Os escolhidos são Spotify, Rappi e Netflix, streamings de música e vídeo, além de um serviço para entregas diversas como de restaurantes e mercados.

Se o cliente optar pelo Rappi ou Spotify, o valor cobrado é R$ 149,99 mensais. Se optar pela Netflix, são R$ 164,99 por mês.

A oferta conta ainda com internet e ligações grátis nas Américas todos os dias do ano, WhatsApp, ligações e SMS ilimitados e outros benefícios.

Na última segunda-feira, 01 de junho, a Vivo patrocinou a hashtag #VivoSelfie para divulgar seu lançamento, mas os usuários aproveitaram para criticar a nova proposta da empresa. Confira algumas publicações:

VIU ISSO?

–> Usuários relatam plano da Vivo com 10 GB por R$ 39,90

–> Vivo Selfie lança novo plano com assinatura do Spotify inclusa

–> Vivo anuncia plano com Netflix e Rappi

Será que o lançamento é realmente uma estratégia precipitada da operadora ou a empresa apenas escolheu a mídia errada para anunciar?

De fato, Christian Gebara, CEO da marca, já havia manifestado seu interesse em transformar a Vivo em um grande hub digital, portanto, faz sentido que os lançamentos já estejam direcionados para planos nos moldes do Vivo Selfie.

Mas, toda proposta fechada e personalizada não se atenta ao fato de que o consumidor quer mesmo é pagar pelo o que utiliza, nada além.

Do que adianta oferecer quase 50 GB de internet se a maioria dos usuários pode utilizar menos da metade desse montante ao utilizar uma das assinaturas oferecidas apenas na própria residência?

São desafios que a operadora terá que lidar para alavancar o número de vendas do seu mais novo plano.

About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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