Número de linhas fixas sofre nova queda em agosto

Claro é a que possui mais linhas entre as autorizadas e Oi lidera entre as concessionárias. 


O número de linhas fixas em operação no Brasil vem caindo em um ritmo contínuo. De julho para agosto, a redução foi de -0,59%. Ou seja, 233.113 linhas a menos


Nos últimos 12 meses, essa redução foi de 1.810.123 linhas, o que representa uma queda de -4,42%.


Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta terça-feira (09), 16.711.948 linhas fixas foram registradas pelas autorizadas do país e 22.400.445 pelas concessionárias.

Nos últimos 12 meses, as linhas concessionárias registraram a maior redução percentual, com uma queda de -6,68% no número de linhas, o que equivale a 233.113 unidades. 

Já as autorizadas tiveram uma redução de 207.086 linhas, uma queda de -1,22%. 

Comparado a julho deste ano, houve diminuição de 80.264 linhas (-0,48%) entre as autorizadas e nas concessionárias a redução foi de 152.849 linhas (-0,68%).

Operadoras


A Claro segue na liderança do mercado entre as autorizadas, com 10.607.185 linhas, 63,47% do total de linhas ativas. 

Na sequência, está a Vivo com 4.422.542 (26,46%), TIM com 767.060 (4,59%), Algar (CTBC Telecom) com 421.146 (2,52%),  Oi com 171.645 (1,03%). 


VIU ISSO?


Quanto às concessionárias, a Oi continuou liderando o mercado em agosto, com 12.684.520 linhas (56,63%).

A Telefônica ocupa o segundo lugar, com 8.800.959 (39,29%). Em seguida, temos Algar com 754.594 (3,37%), Sercomtel com 158.515 (0,71%) e Claro com 1.857 (0,01%).

Na última quinta-feira (04), a Anatel decidiu abrir uma consulta pública com a finalidade de licitar para outras empresas a concessão e as autorizações que hoje a Sercomtel detém para explorar telefonia fixa e celular.

Esse foi o primeiro passo da agência em direção à cassação das licenças da operadora paranaense. 

Estados


No mês de agosto, entre as autorizadas, o estado de São Paulo manteve o maior quantitativo de linhas fixas, com 5.650.847 unidades (33,81%), seguido pelo Rio de Janeiro com 1.987.545 (11,89%). 

Mesma situação entre as concessionárias, 8.980.886 linhas (40,09%) em São Paulo e Rio de Janeiro com 2.540.089 linhas (11,34%).

No final de setembro, as propostas do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) da telefonia fixa e o Relatório Anual da Anatel de 2017 foram aprovadas pelo órgão regulador. 

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