terça-feira, 9 de outubro de 2018

Número de linhas fixas sofre nova queda em agosto

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Claro é a que possui mais linhas entre as autorizadas e Oi lidera entre as concessionárias. 

O número de linhas fixas em operação no Brasil vem caindo em um ritmo contínuo. De julho para agosto, a redução foi de -0,59%. Ou seja, 233.113 linhas a menos

Nos últimos 12 meses, essa redução foi de 1.810.123 linhas, o que representa uma queda de -4,42%.

Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta terça-feira (09), 16.711.948 linhas fixas foram registradas pelas autorizadas do país e 22.400.445 pelas concessionárias.

Nos últimos 12 meses, as linhas concessionárias registraram a maior redução percentual, com uma queda de -6,68% no número de linhas, o que equivale a 233.113 unidades. 

Já as autorizadas tiveram uma redução de 207.086 linhas, uma queda de -1,22%. 

Comparado a julho deste ano, houve diminuição de 80.264 linhas (-0,48%) entre as autorizadas e nas concessionárias a redução foi de 152.849 linhas (-0,68%).

Operadoras


A Claro segue na liderança do mercado entre as autorizadas, com 10.607.185 linhas, 63,47% do total de linhas ativas. 

Na sequência, está a Vivo com 4.422.542 (26,46%), TIM com 767.060 (4,59%), Algar (CTBC Telecom) com 421.146 (2,52%),  Oi com 171.645 (1,03%). 

VIU ISSO?


Quanto às concessionárias, a Oi continuou liderando o mercado em agosto, com 12.684.520 linhas (56,63%).

A Telefônica ocupa o segundo lugar, com 8.800.959 (39,29%). Em seguida, temos Algar com 754.594 (3,37%), Sercomtel com 158.515 (0,71%) e Claro com 1.857 (0,01%).

Na última quinta-feira (04), a Anatel decidiu abrir uma consulta pública com a finalidade de licitar para outras empresas a concessão e as autorizações que hoje a Sercomtel detém para explorar telefonia fixa e celular.

Esse foi o primeiro passo da agência em direção à cassação das licenças da operadora paranaense. 

Estados


No mês de agosto, entre as autorizadas, o estado de São Paulo manteve o maior quantitativo de linhas fixas, com 5.650.847 unidades (33,81%), seguido pelo Rio de Janeiro com 1.987.545 (11,89%). 

Mesma situação entre as concessionárias, 8.980.886 linhas (40,09%) em São Paulo e Rio de Janeiro com 2.540.089 linhas (11,34%).

No final de setembro, as propostas do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) da telefonia fixa e o Relatório Anual da Anatel de 2017 foram aprovadas pelo órgão regulador. 



4 comentários:

  1. Hoje com o WhatsApp o povo não faz ligação pelo móvel quanto mais do fixo.

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    1. Ainda uso bastante o celular para fazer ligações. As chamadas de áudio do WhatsApp possuem menor qualidade de som do que as ligações, se vc tiver uma internet bem ruim. Acho que com uns 50 Mbps dá para ter uma boa qualidade nas ligações pelo WhatsApp.

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  2. Telefonia fixa é coisa de museu atualmente. É um serviço que pouco avançou desde que os celulares passaram a navegar na internet. Com o surgimento do WhatsApp, o fixo só se tornou útil para empresas ou para pessoas que usam o telefone para fazer ligações DDI, o que é mais comum nas empresas. Hoje, onde quase todas as operadoras móveis oferecem ligações nacionais ilimitadas e até mesmo ligações DDI dependendo do plano, o fixo se tornou um equipamento cada vez mais inútil e está próximo dos museus.

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  3. Telefone fixo nao e mais moda depois que enventaram o celulalr que e movel faz ligacao em qualquer lugar e o fixo e num so lugar aqui na minha rua so tem um cliente que usa fixo os demais tudo celular a maioria das ruas nao a quase casa com fixo ligado com o tempo ninguem mais vai usar telefone fixo ou publico vai ficar o celular aqui nao vejo ninguem usar orelhao tao abandonados agora a moda e celular que da pra levar pra qualquer lugar o fixo vai deixar de existir daqui alguns anos e os orelhoes tambem nao uso mais orelhao faz tempo e fixo nunca tive e nao tenho interesse em ter telefone fixo. So oque e fixo e a internet pro computador de mesa.

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