Credores da Oi pedem redução do período de proteção à execuções

Grupo de detentores de bônus da Oi contestam o período de 180 dias úteis e pedem menos tempo, para que execuções não fiquem suspensas e afetem os credores.
O grupo de detentores da Oi ligado a Moelis & Company está contestando na justiça a prorrogação de 180 dias úteis do “stay period”, período em que execuções e ações da empresa ficam suspensas.

Os credores pedem que o prazo seja reduzido para 60 dias, contando desde 16 de maio, quando a Oi comunicou publicamente a autorização judicial que prevê que a operadora não pode ser acionada judicialmente em relação ao pagamento de dívidas neste período. O prazo foi estendido por 180 dias úteis ou, pelo menos, até uma nova assembleia geral com os credores da companhia.

Em recurso protocolado na Justiça, os advogados do grupo de credores pediram a redução do prazo e argumentam que a extensão do processo apenas torna mais lenta a recuperação judicial da Oi e gera prejuízos aos credores da operadora.

Os advogados alegam que é prejudicial aos credores retardar o andamento do processo de recuperação judicial da empresa, e que a prorrogação deve ser pensada de maneira coerente pela Justiça para convocação de uma assembleia geral com os credores em no máximo 150 dias, contando desde a decisão do processamento de recuperação.

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