Saiba se você é acionista de uma operadora sem ter conhecimento

Quem adquiriu uma linha telefônica nos anos 90, período do antigo sistema Telebras, pode estar com um tesouro guardado e não sabe.

Na década de 90, era muito raro quem tivesse telefone residencial, porque além de ser um serviço muito caro para a época, demorava anos para acontecer a instalação. Porém, quem ainda assim adquirisse a linha fixa, comprava automaticamente ações da operadora estatal para ajudar no plano de expansão das companhias locais.

Com a privatização do Sistema Telebras, em 1998, várias empresas estrangeiras entraram no mercado brasileiro comprando participação nas 12 concessionárias regionais, e os consumidores nem se deram conta de exigir seu direito, esse provocado pela má distribuição de ações pelo governo.


Agora,  o único caminho para exigir ressarcimento é reunir todos os documentos necessários para provar que você comprou uma linha naquele período, procurar a orientação de um bom advogado e levar o caso à Justiça.

Pode até parecer bobagem e perda de tempo encaminhar ao judiciário, para quem não entende do assunto, mas os valores acumulados no caso das ações da antiga Telesp, hoje Telefônica/Vivo, para o antigo proprietário da linha, mesmo que a tenha vendido depois da privatização, chegam a valores de loteria, estimados até em R$ 35 mil.

Em caso de dúvidas, procure também os bancos que tem a custódia de ações das operadoras, como o Bradesco (Vivo), Itaú (Claro e TIM) e Banco do Brasil (Oi), levando seu RG, CPF e comprovante de residência.

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