MP vai apurar possíveis interrupções nos serviços de duas operadoras

O Ministério Público de Goiás instaurou inquérito civil público para apurar a eventual interrupção intencional de sinal por duas operadoras de telefonia celular. No final da tarde de ontem, o promotor de Justiça Murilo de Morais e Miranda confirmou a abertura de investigação para apurar eventuais interrupções dos serviços da Claro, por meio da oferta “Claro Pré-Ilimitado”. A TIM já estava sendo investigada desde a semana passada também por conta da oferta “Infinity Pré“. O promotor adiantou que a mesma medida investigativa será tomada caso outras operadoras ofereçam o mesmo tipo de serviço.

Segundo esclareceu Murilo, nesta modalidade de serviço telefônico o consumidor é cobrado por ligação e não por tempo de chamada. Entretanto, denúncias apontam que houve queda proposital do sistema, já que, desta forma, a operadora cobrava nova ligação.

No inquérito instaurado para apurar as denúncias contra a TIM, o promotor requisitou à Anatel informações sobre os percentuais de queda de chamadas da empresa no Estado, bem como os prejuízos causados aos consumidores, estabelecendo o prazo de dez dias para os esclarecimentos. 

Para o MP, a prática, se comprovada, é considerada ilegal e abusiva, uma vez que fere os princípios básicos norteadores do Código de Defesa do Consumidor, em especial os referentes à transparência, informação, confiança e boa-fé.

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