Homem é ferido por fio da GVT


Um funcionário de uma empresa aérea quase foi morto na manhã da última terça-feira, 22. Givanildo Santos de Jesus, 30 anos, estava indo para o trabalho quando foi atingido por um fio de uma empresa que presta serviços para a GVT. O fato ocorreu quando ele atravessava a rua Jornalista Paulo Costa, localizada no bairro Atalaia, em Aracaju.

Em junho desse ano, uma jovem de 21 anos teve o rosto ferido após ser surpreendida por um cabo de telefonia solto repentinamente de um poste de iluminação pública. O fato aconteceu enquanto ela caminhava na rua Carlos Burlamarque, centro de Aracaju. Fernanda Teles realizou exame de corpo de delito e procurou uma advogada para acompanhar seu caso.

De acordo com a vítima, que trafegava de moto, não havia sinalização no trecho indicando que a empresa estava em serviço. “O fio era preto e muito fino, por isso não consegui enxergar. Se eu estivesse em alta velocidade poderia ser degolado”, afirma Givanildo.

Havia cerca de três funcionários trabalhando. Um estava na escada próximo ao poste e mais dois na residência onde estava ocorrendo as instalações. Após ser atingido pelo fio, Givanildo caiu desacordado no chão. Já a moto ainda em movimento invadiu uma pousada e quebrou uma porta de vidro.
Um grupo de amigos que estavam em uma mercearia, próximo ao local do acidente, prestou socorro a Givanildo. “Ele tinha acabado de conversar com a gente. De repente vi a moto invadindo a pousada e ele no chão. Chamamos o socorro e ele foi encaminhado ao Hospital Urgência de Sergipe”, conta o açougueiro Valmir Lourenço dos Santos.

Com a queda Givanildo feriu o pescoço e sofreu uma fratura na cartilagem da orelha que pode ficar com deformações, além de lesões no ombro e joelhos. Givanildo já prestou queixa na Delegacia Plantonista e está esperando uma autorização da Delegacia de Turismo para realizar o exame de corpo de delito

O técnico Juarez Bento Paes, que estava com a equipe durante o ocorrido, afirmou que não estava no local no momento do acidente e orientou aos funcionários a permanecerem do outro lado da rua. “Não sei o que aconteceu, pois estava dentro da residência. O funcionário foi orientado a permanecer do outro lado, mas por alguma motivo atravessou com o fio”, afirma.

Ele ainda confirmou que no local não havia sinalização, e que a vítima estava conversando antes do acidente a poucos metros de onde os funcionários estavam. O técnico ainda afirmou que a empresa tentará um acordo com Givanildo para arcar com as despesas.

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