Venda direta das faixas do MMDS da Vivo depende dos interessados


O presidente da Vivo, Antonio Carlos Valente, evitou dar detalhes sobre as negociações que começam entre as vencedoras de lotes do leilão 4G e aquelas empresas que por deterem operações de MMDS, terão que se desfazer das frequências que possuíam nessa mesma faixa. 

“Existe um processo de negociação. Mas tudo vai depender dos interessados”, resumiu o executivo. A Vivo é uma das empresas que vai se desfazer de frequências até aqui detidas pela TVA. 

Pelas regras do leilão, operadoras de MMDS, ou suas controladoras, interessadas em disputar novas áreas deveriam renunciar às faixas em seu poder. A Vivo, portanto, renunciou às faixas da TVA em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. 

Caso semelhante é da Net, uma vez que a Claro também disputou novas áreas. Espera-se negociações diretas entre essas empresas e a Sky, TIM e Oi, que compraram bandas U (35 MHz TDD) e P (10+10 MHz FDD) em áreas adjacentes às renunciadas. Se as empresas não chegarem a acordo, a Anatel poderá ser envolvida nos acertos.

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