Apostas para a Claro com TV por assinatura e telefone fixo

Há muito tempo sabíamos da sinergia entre a Claro e Embratel. Acontece que a empresa só confirmou tudo nessa semana. A operadora afirma que não haverá mudanças em relação à oferta de serviços, pelo menos por enquanto.

De qualquer forma, é de se esperar em um futuro não tão distante que alguma nova modalidade de serviço apareça no mercado. Veja algumas previsões para a nova operação da Claro.
Claro TV, a televisão paga
A Claro já possui experiência no mercado de TV por assinatura: a operadora possui operações da Claro TV em 10 países da América Latina. O serviço é oferecido através da tecnologia DTH, que utiliza antena parabólica para receber sinal de TV via satélite, e, como não poderia ser diferente, possui cobertura em todo o território nacional.
No Brasil, a Via Embratel atua com a mesma tecnologia, e, além do nome do serviço, talvez mude a oferta de canais. Isso já começou a acontecer: bastou a mudança de nome para a Warner HD ser adicionada na programação da operadora.
Menu do decodificador da Claro TV
Com a chegada da Claro ao mercado brasileiro de televisão paga, é possível que a operadora também ofereça serviços de vídeo sob demanda, similar ao da Sky e a um recentemente recentemente lançado na Claro Argentina. Com uma mensalidade de aproximadamente US$ 9, o cliente desfruta uma variedade de vídeos, seguindo o estilo Netflix.
Claro Fixo, a telefonia residencial
Convergência
O serviço substituiu o Livre, da Embratel deve receber alguns upgrades: é de se esperar que o serviço, que atualmente é oferecido através de uma rede CDMA, seja migrado para a tecnologia GSM.
Dessa forma, o Claro Fixo poderia ser comercializado em qualquer lugar onde tenha cobertura celular da Claro. Não podemos deixar de lembrar que a criação de um pacote convergente de fixo e internet é algo bem promissor. Seguindo os passos da Vivo, uma oferta convergente de telefone fixo, telefone móvel e internet 3G provavelmente será oferecida pela Claro.
Internet
A Claro assumiu a Via Embratel, que também detém rede de cabos coaxiais em várias cidades do Brasil. Seria lógica a atuação da operadora em internet a cabo, não fosse por um detalhe: a NET assumiu a rede HFC da Via Embratel uma semana antes da empresa divulgar internamente que iria trocar de nome.
A possível migração do Livre para a tecnologia GSM deixaria a antiga licença de operação na frequência de 1.900 MHz ociosa. Essa frequência poderia ser utilizada para alguma oferta de serviços de banda larga através da tecnologia LTE nas cidades onde não há cobertura da NET. Só que, se isso acontecer, será de um modo bem similar à atual oferta do LTE da Sky: o acesso só poderá ser feito por restrições da licença de operação através de um terminal fixo.
Combos
Em um primeiro momento, é provável que a formação de um combo será relativamente difícil sem a participação da NET. Como havia dito anteriormente, as ofertas iniciais deverão ser similares às do Vivo Fixo, adicionando apenas o serviço de TV por assinatura.
Como é tudo farinha do mesmo saco — propriedade de Carlos Slim —, talvez o melhor a ser feito é aguardar a fusão da NET com a Embratel para esperar serviços com preços mais atraentes. Para isso, basta a empresa não seguir o atual produto de convergência entre NET, Claro e Embratel, que tem preço bem salgado.


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