sexta-feira, 21 de julho de 2017

NET NOW alcança 900 milhões de streamings em um ano

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Veja mais dados sobre o serviço de vídeo sob demanda da NET, que cresceu 200% em 2 anos e registrou audiência predominante na TV com programação gratuita.

Inverno, frio e férias: o trio perfeito para aumentar a audiência das operadoras de TV por assinatura. Mas, de acordo com o diretor de produtos de vídeo da Claro Brasil, Alessandro Maluf, não é somente nesta época do ano que as programações chamam a atenção dos clientes da NET. Segundo ele, somente nos últimos 12 meses, o serviço de vídeo sob demanda da empresa, "NOW", conseguiu registrar um total de 900 milhões de streamings, representando aumento de 200% em dois anos.

De acordo com Maluf, apesar do NOW permitir o acesso através de aplicativos no celular e sites no computador, os streamings atingem apenas 10% do volume em dispositivos móveis, com audiência de 90% em TV. Mas a atratividade desses dispositivos pode ser maior em breve, pois assim como já acontece com a Netflix, o NOW estuda a funcionalidade que permitirá que o cliente possa fazer o download de alguns conteúdos para assistir offline através de tablets e celulares.

Mesmo com um catálogo com cerca de 30 mil conteúdos, 80% do consumo atual do NOW vêm de programações gratuitas, que incluem filmes, séries e programas de televisão que já fazem parte dos canais da NET. Na sequência chegam os alugueis de filmes que saíram do cinema recentemente e que, após alugados, ficam disponíveis durante 48 horas no login do assinante.

O diretor ainda comenta sua opinião sobre o futuro da TV por assinatura e a proposta de regulamentação do mercado de vídeo sob demanda no país. Primeiro, afirma que, mesmo com o crescimento eminente de serviços de streaming, eles servem como conteúdos complementares à TV paga, e não chegam, de forma alguma, para substitui-la.

Depois, diz que, caso o governo crie regras para o mercado de vídeo sob demanda – o que poderia incluir número de produções nacionais e independentes, além de cobranças específicas –, estas regras devem, no mínimo, valer para todos, e não só para as operadoras de TV por assinatura como a NET.

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