A Amazon Leo está de olho nas movimentações da Starlink para fornecer internet via satélite direto no celular.
De acordo com a imprensa internacional, a empresa de Jeff Bezos deve começar a enviar ao espaço um conjunto de 5.105 satélites de baixa órbita em 2028, fortalecendo sua constelação.
Essa adição fará a Amazon Leo entrar no jogo de vez. Hoje em dia, a SpaceX, que controla a Starlink, tem mais de 11 mil satélites, enquanto a divisão aeroespacial da Amazon tem cerca de 395, uma diferença brutal.
Amazon Leo vs Starlink
A corrida espacial da internet móvel virou um jogo de gato e rato entre Jeff Bezos e Elon Musk. E a Amazon sabe que precisa correr atrás do prejuízo para não deixar a Starlink engolir o mercado de vez.
A grande cartada do Amazon Leo está no que acontece lá no alto. Em vez de só retransmitir o sinal para antenas na Terra, como a concorrência faz em grande parte, os satélites da Amazon vão processar os dados direto no espaço.
Somado a isso, os equipamentos conversam entre si por feixes de laser. O resultado? Conexão mais rápida, menos atraso na resposta (a famosa latência) e uma rede bem mais estável para quem está na ponta.
Outra jogada esperta da empresa de Bezos foi fechar cercado com quem já tem mercado. Para não começar do zero, a Amazon já amarrou parcerias pesadas com gigantes como Vodafone, DirecTV e até com a Apple para integrar o sinal em iPhones e Apple Watches compatíveis.
A mensagem é clara: a Starlink pode ter mais satélites hoje, mas a Amazon quer chegar primeiro onde a rival ainda bate cabeça.
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O futuro da internet D2D no Brasil
Conforme noticiamos recentemente, a Starlink fechou um acordo com uma operadora brasileira para oferecer a internet direct-to-device, mas decidiu manter segredo para não dar munição aos concorrentes.
Há rumores de que tanto Vivo quanto Claro iniciaram conversas com a empresa de Elon Musk. Mas nada se sabe além disso.
De qualquer forma, ter internet satelital direto nos celulares, independentemente do sinal das operadoras, é uma evolução natural no mercado de conectividade.
Entre os principais benefícios dessa novidade está a extinção de áreas totalmente desconectadas. Afinal, ao menos a internet funcionará uniformemente com esse “sinal espacial” mesmo quando o 4G ou 5G falharem.












