Sinal de celular deve se normalizar em seis meses


Num prazo estimado de seis meses, os problemas enfrentados pelos olimpienses com a recepção de sinais de telefone celular deverão estar pelo menos amenizados, segundo prevê o vereador Leonardo Simões, o Pastor Leonardo (PDT). A Câmara aprovou, por unanimidade, projeto de Lei dispondo sobre a instalação e funcionamento de estações de rádio-base de telefonia celular. No mais tardar até meados de abril o projeto estará aprovado.

“Acho que com a aprovação, os maiores interessados serão as operadoras, dado o alto índice ainda de reclamações (quanto aos sinais) junto ao Procon. (As concessionárias) Têm interesse real na efetivação desta lei, e no máximo em seis meses, talvez, isso (os problemas com sinais) já esteja sanado”, acredita Simões.

Simões diz que as reclamações contra os sinais de telefones celulares junto ao Procon, quando foi coordenador do órgão, eram constantes. “As operadoras são muito incisivas na cobrança das contas, mas na hora de prestar serviço de qualidade, não o fazem”, criticou. “Nos primeiros meses de 2012, um relatório apontou a falta de sinal como o problema mais citado nas reclamações ao Procon”, completou.

Hoje, Olímpia – SP possui legislação que impede a instalação na cidade de novas antenas para celular, aprovada cerca de seis anos atrás. Assim, pontos importantes da cidade ficaram isolados, sem sinal de celular, seja de uma ou de todas as operadoras. “Esta regulamentação travava o sistema”, observa Simões.
Quanto à discussão sobre a radioatividade emitida por estas antenas, o que seria prejudicial aos moradores nas proximidades delas, Simões contesta: “É certo que é uma lenda”, diz. “Todas as operadoras, hoje, já têm isso de forma clara e evidente. É realmente um mito. Um celular no bolso ou no ouvido transmite mais radioatividade que uma antena. Se no ouvido transmite 0,001% de radioatividade, uma antena de rádio-base, em cima da casa, vai transmitir 0,00001%, comprovado por laudos técnicos das operadoras no Brasil. Claro, Vivo, Oi e TIM, todas já demonstraram em laudos técnicos que isso realmente é um mito.”

De acordo com Simões, será dada atenção para instalação das antenas em pontos estratégicos, como Cohabs I e II e Jardim Universitário, por exemplo. Nas Cohabs citadas a Claro, por exemplo, ou não tem sinal nenhum, ou tem sinal mínimo em determinados trechos. De início, o espaço reservado par as novas antenas será um “pedaço” do Recinto do Folclore. O sistema será o de compartilhamento. Sendo assim, provavelmente uma única antena deverá ser instalada.

Esta irá atender o ponto alto da cidade. Outras antenas atenderão regiões mais centrais. “Será feito um levantamento técnico de viabilidade dos locais”, informa o vereador. “O objetivo é ampliar a capacidade do sinal, não aumentar a área somente. Serão mais pessoas falando ao mesmo tempo”, explica Simões.

Sobre prazo de instalação, diz: “Acho que com aprovação (do projeto), os maiores interessados são as operadoras, dado o alto índice ainda de reclamação junto ao Procon. (As operadoras) Têm interesse real na efetivação desta lei, e no máximo em seis meses talvez isso esteja sanado.”

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